Psicóloga cristã será julgada por demonstrar sua fé nas redes sociais
O Conselho havia notificado a psicóloga, e estabelecido prazo de 15 dias para que ela retirasse qualquer menção ao cristianismo de suas redes sociais. A psicóloga se negou, e o Conselho de Psicologia, decidiu processá-la.
A Ordem dos Advogados do Brasil se manifestou sobre o caso, e, em parecer técnico, classificou o inquérito contra Marisa Lobo de “descabido” e “inconstitucional”. Não adiantou. A psicóloga teve o registro cassado. Seis meses depois, a Justiça Federal anulou a cassação. Mas, o Conselho apelou ao Supremo, e marcou um novo julgamento.
Para Marisa, a reabertura do caso não passa de retaliação, depois que ela participou de uma audiência na Comissão de Direitos Humanos para ouvir o depoimento de ex- gays.
Fonte: UOL


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