quarta-feira, 26 de agosto de 2015

A ONDE VAMOS PARAR DONA DILMA

Juro do cartão de crédito se aproxima de 400% ao ano, segundo o BC

Imagem: DivulgaçãoA taxa de juros do rotativo do cartão de crédito chegou a 395,3% ao ano, em julho, índice recorde para a série histórica, iniciada em março de 2011. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (26) pelo Banco Central (BC). Em relação a junho, a taxa média subiu 23,2 pontos percentuais.
O rotativo do cartão de crédito é a operação em que o cliente financia o saldo devedor remanescente após pagar somente uma parte da fatura. Também são consideradas como rotativo as operações de saque na função crédito.
O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, orienta os consumidores a evitar o crédito rotativo (cartão e cheque especial). “É um custo muito elevado. Temos reiterado que o crédito rotativo deve ser tomado pontualmente por um prazo muito curto.”
A taxa das compras parceladas com juros, de parcelamento de fatura de cartão de crédito e de saques parcelados subiu 1,3 ponto percentual, de junho para julho, e ficou em 119,5% ao ano. A taxa de juros do cheque especial também subiu 5,6 pontos percentuais de junho para julho e ficou em 246,9% ao ano.
No caso do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento), os juros subiram 0,5 ponto percentual, para 27,8% ao ano. Já os juros do crédito para a compra de veículos caiu 0,2 ponto percentual e ficou em 24,5% ao ano. A taxa do crédito renegociado também caiu, 0,7 ponto percentual, para 45,7% ao ano.
* com informações da Agência Brasil

SE TUDO CORRER BEM ESTA NOVELA DE TERROR VAI ACABAR LOGO

Maioria do TSE vota por manter ação contra Dilma; decisão final é adiada

Em voto, Fux propôs juntar outras ações contra petista no mesmo processo. PSDB diz que campanha de Dilma recebeu dinheiro de corrupção. PT nega
Em voto, Fux propôs juntar outras ações contra petista no mesmo processo. PSDB diz que campanha de Dilma recebeu dinheiro de corrupção. PT nega
Os ministros Luiz Fux e Henrique Neves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se manifestaram nesta terça-feira (25) em favor da continuidade de uma ação apresentada pelo PSDB que pede a impugnação dos mandatos da presidente Dilma Rousseff e do vice Michel Temer.
Com os votos, formou-se maioria de quatro ministros, dentre os sete da Corte, favoráveis ao andamento do processo. O julgamento, no entanto, foi interrompido por um pedido de vista da ministra Luciana Lóssio. A retomada do julgamento, com a decisão final, ainda não tem data para ocorrer. Até o fim do julgamento, os juízes que já votaram podem mudar o voto.
Em outras sessões, já haviam votado pela continuidade os ministros Gilmar Mendes e João Otávio de Noronha; somente a relatora, Maria Thereza de Assis Moura, votou pelo arquivamento. Além de Lóssio, ainda precisa votar o ministro Dias Toffoli, que preside o TSE.
‘Eleição ilegítima’
O PSDB aponta abuso de poder político, econômico e fraude na campanha do PT do ano passado, o que, segundo os tucanos, tornaria “ilegítima” a eleição de Dilma. A acusação mais grave aponta “financiamento de campanha mediante doações oficiais de empreiteiras contratadas pela Petrobras como parte da distribuição de propinas”, suspeita investigada na Operação Lava Jato.
A ação de impugnação do PSDB foi protocolada em fevereiro e arquivada no mesmo mês pela relatora, ministra Maria Thereza de Assis Moura. O julgamento atual se dá sobre um recurso do PSDB para reverter o arquivamento e manter a ação em andamento.
Após a sessão desta terça, o advogado da campanha de Dilma, Flávio Caetano, disse que a defesa está “absolutamente tranquila” em relação às doações recebidas. “Isso já foi apurado aqui, quando na prestação de contas se falou isso, o TSE disse que as mesmas empresas que doaram para a Dilma, doaram para o Aécio, o dinheiro não tem carimbo”.
PT nega doações ilegais
Desde a deflagração da Operação Lava Jato, o PT afirma em notas oficiais que todas as doações para a campanha de Dilma recebidas pelo partido foram legais e declaradas nas prestações de contas ao TSE.
“O Partido dos Trabalhadores refuta as acusações de que teria realizado operações financeiras ilegais ou participado de qualquer esquema de corrupção. Todas as doações feitas ao PT ocorreram estritamente dentro da legalidade, por intermédio de transferências bancárias, e foram posteriormente declaradas à Justiça Eleitoral”, diz nota divulgada no último dia 4.
Junção de ações
Além de votar pela continuidade da ação, o ministro Luiz Fux propôs que a ação analisada nesta terça, conhecida como Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (“Aime”), incorpore outras ações que tramitam no TSE, apresentadas pelo PSDB com fatos e acusações semelhantes, e que também pedem a cassação do mandato de Dilma e Temer.
Na prática, a proposta de Fux de juntar todos os processos levaria a relatoria do caso para a ministra Maria Thereza de Assis Moura, que defende o arquivamento do caso.
O ministro João Otávio de Noronha, que relata outras duas ações contra Dilma mais adiantadas, questionou a proposta.  Ele chegou a sugerir que não seria “do agrado” do governo. “Muito simples, o ministro João Otávio não é de agrado do governo, da presidente Dilma, não é do agrado do vice-presidente. Faz como? Vamos tirar a competência”, se queixou. “Sem essas ilações”, respondeu Fux a Noronha.
Com o pedido de vista da ministra Luciana Lóssio, no entanto, a decisão sobre a junção ou não dos processos ficou pendente de decisão final.
Ação em estágio avançado
A ação que está atualmente em estágio mais avançado – chamada Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) – foi apresentada também pelo PSDB em dezembro do ano passado, no mesmo dia em que Dilma recebeu o diploma que certificou sua vitória nas urnas.
O objetivo da ação é o mesmo: cassar Dilma e o vice-presidente Michel Temer e empossar Aécio Neves e Aloysio Nunes Ferreira, candidatos a presidente e vice na eleição do ano passado. O relator dessa ação é o ministro João Otávio de Noronha.
Esse processo encontra-se em fase mais adiantada por já ter colhido depoimentos do doleiro Alberto Youssef, considerado operador do esquema de corrupção da Petrobras; e do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, acusado de desviar recursos de contratos superfaturados.
Noronha já adiantou que pedirá agora acesso à delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, outro colaborador da Operação Lava Jato. O objetivo é juntar elementos para o julgamento, previsto para ocorrer ainda neste ano.
Pessoa é considerado o chefe do cartel de construtoras que fraudava licitações na Petrobras mediante pagamento de propina a políticos. Em seu acordo de colaboração com a Justiça, ele afirmou que realizou doações de R$ 7,5 milhões para a campanha de Dilma no ano passado, com a finalidade de não perder contratos com a estatal, segundo reportagem da revista “Veja”.
Fonte: G1 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

PRESIDENTA DILMA VOCÊ ESTA EM MARTE ATE AS CRIANÇAS FALAVAM E VOCÊ NÃO SABIA KKKKKKKK

Dilma admite demora em perceber gravidade da crise: ‘Errei’

Presidente deu entrevista aos jornais 'O Estado de S.Paulo', 'O Globo' e 'Folha de S.Paulo' na qual afirmou que o governo deve cortar 1.000 cargos
Presidente deu entrevista aos jornais ‘O Estado de S.Paulo’, ‘O Globo’ e ‘Folha de S.Paulo’ na qual afirmou que o governo deve cortar 1.000 cargos
Em entrevista nesta segunda-feira (24), no Palácio do Planalto, aos jornais O Estado de S. Paulo, O Globo e Folha de S.Paulo, a presidente Dilma Rousseff admitiu que o governo demorou em reconhecer a gravidade da crise econômica no ano passado. “Errei em ter demorado tanto para perceber que a situação era mais grave do que imaginávamos. Talvez, tivessemos que ter começado a fazer uma inflexão antes. Não dava para saber ainda em agosto, não tinha indício de uma coisa dessa envergadura. Talvez setembro, outubro, novembro”, afirmou.
A petista também afirmou que o corte no número de ministérios enxugará 5% do total de cargos comissionados – de livre nomeação e exoneração na gestão pública. “A reforma ministerial vai extinguir cerca de mil, dos cerca de 22.500 cargos comissionados”, disse.
Dilma negou a possibilidade de afastamento do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Questionada se havia fundamento nos rumores que movimentaram o mercado financeiro hoje, Dilma foi categórica: “Isso é mentira”.
A presidente frisou que a mudança ministerial tem caráter estruturante e confirmou que “à primeira vista” pretende reduzir dez ministérios. “Vamos passar todos os ministérios a limpo”, afirmou Dilma, segundo quem haverá redução de secretarias em ministérios que não serão extintos. “Até setembro anunciaremos os ministérios que serão cortados.”
Questionada sobre o envolvimento de petistas no propinoduto da Petrobras, Dilma disse ainda que “lamenta profundamente”.
Fonte: Veja

TANTAS COISAS PARA ELES FAZEREM DEIXA O WHATSAPP EM PAZ

WhatsApp: todos adoram, menos as operadoras e o ministro Berzoini

Imagem: DivulgaçãoO WhatsApp é um dos aplicativos mais populares de todos os tempos. Rápido, flexível, prático e, melhor ainda, é de graça, uma mão na roda em tempos difíceis e preços altos. Além de ser perfeito no que se propõe a fazer, ou seja, conectar pessoas. Por isso, todos adoram o WhatsApp. Isto é, todos menos as operadoras e o ministro Ricardo Berzoini, que estão loucos para acabar com ele. As informações e comentários fazem parte da coluna de Tecnologia do ‘O Globo’, de Cora Rónai.
A colunista afirma que entende o motivo das operadoras não gostarem do aplicativo, o povo deixa de dar dinheiro para as operadoras e economiza. Porém, “por mais que me esforce, não consigo entender por que o ministro não gosta do aplicativo, que considera um serviço pirata ‘à margem da lei'”, diz Cora.
E ela continua: “Pensem comigo. Assim como o seu esclarecido colega Aldo Rebelo, da Ciência, Tecnologia e Inovação, o ministro Berzoini se considera um homem de esquerda. Ora, como tal, ele deveria, pelo menos em tese, amar a vasta massa de trabalhadores — que, por sua vez, amam de paixão o WhatsApp, que funciona a seu favor e protege o seu dinheiro das teles. As teles, todos sabemos, são empresas gigantescas, que têm lucros quase tão obscenos quanto os dos bancos. E que, ainda por cima, mandam quase tudo o que ganham para o exterior: ‘Subsidiárias brasileiras de telecomunicações chegam a enviar (para o exterior) até 95% de seus ganhos anuais, como forma de reduzir endividamentos e de compensar queda na receita em países menos performáticos; a TIM e a Vivo, por exemplo, enviaram para suas matrizes cerca de R$ 15 bilhões desde 2009; ao mesmo tempo, continuam liderando reclamações na Anatel e enfrentando dificuldades em ampliar capacidade da rede de dados'”.
As informações citadas pela colunista foram extraídas do blog Brasil 247, uma espécie de porta-voz do governo. “Era de se esperar, portanto, que o ministro, como homem de esquerda que diz ser, demonstrasse um pouco menos de amor pelas teles e um pouco mais de amor pelos trabalhadores, que tanto dependem do WhatsApp. Também era de se esperar que notasse que, há tempos, as operadoras cobram dos cidadãos contas cada vez maiores por serviços cada vez piores, o que justifica em boa parte o sucesso do aplicativo. Até outro dia, homens de esquerda defendiam pessoas físicas da sanha de pessoas jurídicas; mas isso, claro, era na época em que a esquerda ficava à esquerda, e não à direita da direita, como fica hoje”, defina Cora.
Para ela, o argumento do ministro Berzoini de que “esse tipo de serviço subtrai empregos do povo brasileiro”, demostra a falta de entendimento de que emprego não é necessariamente sinônimo de trabalho e que tecnologias como o WhatsApp ajudam a todos os trabalhadores, indistintamente.
“Ninguém pode criticar o ministro por ignorar a realidade. Militando no PT, alçado àquela elite política que tem todas as despesas pagas e todos os problemas cotidianos resolvidos, ele certamente não vê um trabalhador de perto há anos — e não precisa do WhatsApp para nada”, finaliza Cora Róna
Fonte: O Globo

sábado, 22 de agosto de 2015

PRESIDENTA DILMA JÁ NÃO TEM O POVO DO SEU LADO AGORA PERDE SEUS ALIADOS POLÍTICOS

Temer prepara-se para deixar articulação política
Sem autonomia para negociar com base aliada, vice decide deixar coordenação política. Gesto é encarado por peemedebistas como um aceno à oposição
Por: Laryssa Borges e Marcela Mattos, 

Desembarque de Temer 'é uma sinalização de que a oposição pode confiar nele', resume um deputado, vislumbrando a renúncia ou o impeachment da presidente(Ueslei Marcelino/Reuters)
O vice-presidente da República, Michel Temer, prepara-se para deixar a coordenação política do governo, função que a presidente Dilma Rousseff lhe confiou em abril na esperança de pacificar a base aliada. Embora não haja prazo pré-determinado para a saída, o marco temporal estabelecido por Temer era a votação das medidas de ajuste fiscal, que o Congresso concluiu nesta semana. Uma das reclamações do vice é a falta de autonomia para tomar decisões em nome do governo e atender aos pedidos de cargos e emendas dos parlamentares alinhados ao Planalto.
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O gesto de Temer é encarado por peemedebistas como um aceno à oposição, principalmente depois da manifestação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que defendeu publicamente a renúncia da Dilma como "um gesto de grandeza". "Logicamente, é uma sinalização de que a oposição pode confiar nele, caso assuma o governo", resume um deputado, vislumbrando a renúncia ou o impeachment da presidente.
O timing exato para o desembarque de Temer das funções de articulador ainda é calculado para que a decisão não seja vinculada à denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot contra o presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Segundo interlocutores, Temer ainda não discutiu o assunto com a presidente Dilma Rousseff.
"Que articulador é esse que não tem autonomia, que não tem decisão nem capacidade de decidir?", avalia um aliado de Temer, que relata que o vice-presidente está "incomodado" porque, constantemente desautorizado por Dilma, perderia seu capital político. "A decisão já está tomada. Só falta definir a data", disse um deputado peemedebista. Para aliados de Temer, o desembarque deve se dar em setembro.
Senha - Outro fator que contribuiu para o desgaste de Temer e a decisão de deixar a articulação política foi a declaração de que "alguém" precisaria reunificar o país diante das crises política e econômica. A manifestação do vice-presidente foi interpretada por petistas como a senha de que ele próprio estaria se apresentando para assumir a função.
Aliado de primeira hora do vice-presidente, o atual ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, que tem acumulado as funções de articulador político, também deve deixar o posto ainda este mês e se dedicar exclusivamente à pasta de infraestrutura. Padilha já queria abdicar da dupla função antes do recesso do Congresso. A situação se agravou depois de o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, barrar a distribuição de emendas parlamentares prometidas por Padilha. O ministro já conversou com o chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, sobre a saída.
fonte veja

ESTA NOVELA ESTA CHEGANDO NO FINAL OS MAL TODOS PRESOS

 Blogs e Colunistas
22/08/2015
 às 5:06

Berreiro do PT não intimida as instituições. Gilmar Mendes manda Janot —  que, até agora, ignorou Edinho Silva e Dilma na Lava-Jato —  investigar contas da campanha da presidente

Os petistas e suas franjas nos ditos movimentos sociais — nada mais do que aparelhos do partido financiados com dinheiro público — insistem em chamar de golpe o cumprimento das leis. Ainda que não se conformem, terão de prestar contas ao Estado de Direito. E não há acordão ou arranjão que possam impedi-lo. Até agora, que se saiba, Rodrigo Janot, procurador-geral da República, não demonstrou curiosidade em investigar a ação do hoje ministro Edinho Silva (Comunicação Social) como tesoureiro de campanha de Dilma Rousseff à reeleição, embora, em delação premiada, seu nome tenha sido citado pelo empreiteiro Ricardo Pessoa como arrecadador de um megapixuleco.
Muito bem! Não dá mais para ficar assim. Quando menos, a investigação terá de ser feita. Gilmar Mendes, ministro do STF e membro do TSE, enviou documentos a Janot e à Polícia Federal recomendando a abertura de investigação criminal  para apurar se a campanha de Dilma recebeu dinheiro do propinoduto da Petrobras. Segundo o ministro, os indícios existem e ensejam a abertura de ação penal pública. Mendes determinou ainda que os dados sejam enviados à Corregedoria Eleitoral para a eventual detecção de irregularidades na prestação de contas do PT.
Aliás, entre os dados colhidos pela Operação Lava-Jato que o ministro usou para orientar a sua decisão, está o trecho da delação premiada de Pessoa, em que ele afirma ter doado R$ 7,5 milhões para a campanha de Dilma em 2014 por temer prejuízos em seus negócios na Petrobras. Quem negociou foi Edinho.
Atenção, essa iniciativa não pertence ao escopo do pedido de investigação da campanha de Dilma feita pelo PSDB, que acusa a campanha da presidente de abuso de poder político e econômico e, também, de receber dinheiro irregular, oriundo de corrupção na Petrobras. A admissibilidade da denúncia está parada no TSE. Luiz Fux pediu vista quando placar estava 2 a 1 em favor da abertura do processo. Um terceiro ministro já havia se manifestado pelo “sim” — bastam quatro votos para que a investigação seja aberta.
Mendes foi o relator da prestação de contas da campanha de Dilma, aprovada em dezembro com ressalvas. O ministro deixou claro, então, que manteria o processo em aberto para a averiguação de eventuais irregularidades. Observa ele: “É importante ressaltar que, julgadas as contas da candidata e do partido em dezembro de 2014, apenas no ano de 2015, com o aprofundamento das investigações no suposto esquema de corrupção ocorrido na Petrobras, vieram a público os relatos de utilização de doação de campanha como subterfúgio para pagamento de propina”.
Escreve ainda o ministro:
“Há vários indicativos que podem ser obtidos com o cruzamento das informações contidas nestes autos [...] de que o PT foi indiretamente financiado pela sociedade de economia mista federal Petrobras [o que é proibido por lei]. [...] Somado a isso, a conta de campanha da candidata também contabilizou expressiva entrada de valores depositados pelas empresas investigadas”.
O ministro aponta também uma série de inconsistências nos gastos de campanha. O segundo maior contrato, de R$ 24 milhões — só o marqueteiro João Santana recebeu mais — se deu com uma empresa chamada “Focal”, que tem como sócio um motorista.
O PT adoraria que o simples berreiro na rua mudasse a sua história. Mas não muda. Vai ter de responder perante o eleitor por tudo o que não fez e perante a lei por tudo o que fez.
Por Reinaldo Azevedo

Segio Lima Artesanato

 
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