terça-feira, 30 de dezembro de 2014

CHEGA SER VERGONHOSO UM AUMENTO DESSE, O ALTO ESCALÃO 20% A MAIS POBRE 26,27 DE AUMENTO

Agora é oficial: salário mínimo sobe para R$ 788 a partir de janeiro Valor representa reajuste de quase 9%. Decreto editado foi publicado no Diário Oficial da União nesta terça

Mínimo estava em R$ 724
Mínimo estava em R$ 724 (Photodisc/VEJA)
O ano novo está chegando e o Diário Oficial da União traz uma boa notícia nesta terça-feira para os trabalhadores brasileiros: o salário mínimo terá reajuste de aproximadamente 9% em 2015. O governo federal finalmente editou decreto para regulamentar a Lei nº 12.382, de 25 de fevereiro de 2011, que dispõe sobre o valor. Com isso, a partir desta quinta-feira, dia 1º de janeiro de 2015, o salário mínimo do brasileiro passará de 724,00 para 788,00 reais, alta de quase 9%. O valor diário do salário mínimo corresponderá a 26,27 reais e o valor horário, a 3,58 reais. O reajuste é maior do que a inflação, que deve terminar o ano em 6,38%, segundo economistas ouvidos pelo Banco Central para a pesquisa Focus.
O número final é praticamente o mesmo previsto na proposta orçamentária encaminhada pelo Executivo em agosto, de 788,06 reais. O relator do Orçamento de 2015, senador Romero Jucá(PMDB-RR), chegou a dizer no início de dezembro que o valor do salário mínimo seria arredondado para 790 reais, o que não aconteceu. 
O impacto para as contas públicas no próximo ano será de 22 bilhões de reais aproximadamente, uma notícia ruim para a equipe econômica de Dilma Rousseff que está com a difícil tarefa de controlar os gastos da União e melhorar a situação fiscal brasileira.
O mínimo é calculado a partir de uma forma que leva em conta a inflação do ano anterior e o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. "Se houver alguma mudança na questão da inflação ou do crescimento, o salário mínimo é o resultado dessa equação. Se houver um número surpresa, o salário (mínimo) poderá ser ajustado até o fim da votação (do Orçamento)", disse Jucá na ocasião.
(Com Estadão Conteúdo)
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sábado, 27 de dezembro de 2014

DICAS PARA QUEM EXAGEROU NA CEIA DE NATAL

Exagerou na ceia? Conheça 7 alimentos para desinchar Retenção de líquido, causada pelo consumo de alimentos comuns nas festas de fim de ano, pode elevar o peso em até 2 quilos

Patricia Orlando
Sódio em excesso pode aumentar em dois quilos o peso corporal por reter líquido no organismo
Sódio em excesso pode aumentar em dois quilos o peso corporal por reter líquido no organismo (Thinkstock/VEJA)
Não se surpreenda se você acordou depois da ceia com 2 quilos a mais na balança. Trata-se de retenção de líquido, decorrente dos excessos alimentares e da ingestão elevada de sódio. Apenas 1 grama de sal pode reter até 200 ml de água no organismo. 
De acordo com o nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração - HCor, em São Paulo, quando se consome muito sal, o volume dos vasos sanguíneos tende a aumentar para que o sódio seja diluído e, assim, excretado com mais facilidade. “Esse é o mecanismo que causa a sensação de inchaço. Mas é momentâneo”, explica. O sódio demora, em média, três dias para ser eliminado pelo organismo.
A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é ingerir até 2 gramas de sódio por dia, equivalentes a 5 gramas de sal. É fácil ultrapassar esse limite consumindo enlatados e embutidos, sempre presentes nas festas de fim de ano. Em duas fatias de presunto cozido, por exemplo, há 467 mg de sódio. A mesma quantidade de tender tem 445 mg. “Embutidos e produtos industrializados correspondem a cerca de 70% do nosso consumo diário de sal”, diz Tarissa Petry, endocrinologista do Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.
Os vegetais possuem grandes quantidades de potássio e são alimentos de fácil digestão características que ajudam na excreção de sódio. Por esses motivos, os vegetais devem ser os principais componentes das refeiçoes no dia seguinte a ingestão exagerada de sódio.Mas cuidado com molhos prontos :eles são ricos em sódio. 


Vegetais





Fontes: João Eduardo Nunes Salles, endocrinologista e vice-presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM); Tarissa Petry, endocrinologista do Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo; Daniel Magnoni, nutrólogo do Hospital do Coração - HCor, em São Paulo.
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QUANDO DOIS LIDERES NÃO CHEGAM EM NENHUM ACORDO DE PAZ O POVO PADECE

Rússia

Em nova doutrina militar, Putin vê risco em expansão da Otan  Documento é publicado dias depois de a Ucrânia dar mais um passo para se juntar à aliança militar, aumentando as tensões com a Rússia

Em Moscou, o presidente russo, Vladimir Putin, disse em seu discurso anual que a economia do país sairá da atual crise econômica dentro dois anos no pior caso
O presidente da Rússia, Vladimir Putin (Sergei Chirikov/VEJA)
A expansão da Otan é um dos maiores fatores de riscos externos para a Rússia, segundo a nova doutrina militar do país. A publicação do documento assinado por Vladimir Putin ocorre dias depois de a Ucrânia avançar no processo para se juntar à aliança militar do Atlântico.
A doutrina militar anterior, assinada por Putin em 2010, também alertava para os riscos da expansão da Otan, mas o documento é renovado em um momento de tensões elevadas entre a Rússia e o Ocidente, devido à crise na Ucrânia.
Nesta semana, o Kremlin afirmou que a Otan estava deixando a país vizinho em uma "linha de frente de confronto" e ameaçou cortar os laços ainda existentes se os planos da Ucrânia de ingressar na aliança forem concretizados.
A Otan já aumentou sua presença militar no leste da Europa este ano, diante da interferência de Moscou no leste da Ucrânia, dominado por separatistas pró-Rússia. Enquanto tenta retomar o controle da região, o governo ucraniano, pró-Europa, também demonstra disposição para tornar-se integrante da aliança.
Na terça-feira, o Parlamento de Kiev retirou o status de neutralidade do país em busca da adesão. É provável que ainda leve anos para a Ucrânia atender aos critérios técnicos para entrar para a Otan, mas a aliança respeitou a decisão do Parlamento e afirmou que a Rússia deveria fazer o mesmo.
“Se a Ucrânia decidir se candidatar a um lugar na Otan, a iniciativa será analisada da mesma forma que faria com qualquer candidato. Esta é uma questão entre a Otan e os países que desejam se tornar membros”, disse um representante da aliança.
Troca de prisioneiros – Depois que uma reunião para negociar a paz no leste da Ucrânia foi cancelada, pelo menos a troca de prisioneiros entre o país e os separatistas pró-Rússia começou. A libertação de prisioneiros foi pactuada na última semana, em uma reunião em Minsk, na Bielo-Rússia.
Esta primeira troca – realizada na cidade de Kostiantinivka, 65 km ao norte do reduto rebelde de Donetsk – começou com grupos de dez prisioneiros de um total de 222 separatistas e 145 soldados ucranianos que deveriam ser soltos nesta sexta.
Vários representantes da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) observaram a operação, realizada em uma estrada iluminada apenas pelos faróis de alguns carros.
A troca de prisioneiros foi o único acordo resultante de um encontro realizado na última quarta-feira entre representantes de Kiev, de Moscou, da OSCE e dos separatistas. As negociações deveriam ter prosseguido nesta sexta-feira.
As conversas foram travadas por exigências como a retomada do financiamento às regiões em poder dos separatistas, cortado por Kiev em meados de novembro. Os rebeldes exigem também um “estatuto especial", que dê maior autonomia às regiões de Donetsk e Lugansk.
O estatuto já estava previsto nos acordos assinados em setembro, em Minsk. Mas, segundo Kiev e os ocidentais, os rebeldes minaram estes acordos, ao organizar eleições no começo de novembro, um pleito considerado ilegítimo pela comunidade internacional e pelo governo ucraniano
O ACORDO QUE NÃO SAIU - NOVEMBRO DE 2013
O governo da Ucrânia então controlado pelo presidente viktor yanukovich se recusa a assinar um acordo de associação com a união europeia preferindo se aproximar da Russia de vladimir putin. A maioria da população da Ucrânia reage mal aos planos do presidente.
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ESTA EMPRESA TEM MUITO POTENCIAL E DE OLHO NO FUTURO

Confira as 10 melhores empresas para trabalhar em 2015  Levantamento leva em conta a opinião dos funcionários sobre o ambiente de trabalho e as expectativas de carreira para o próximo ano

Edifício de escritórios da Google Inc. na sede da empresa em Mountain View, Califórnia. Empresa foi eleita como a melhor para trabalhar em 2015

Edifício de escritórios da Google Inc. na sede da empresa em Mountain View, Califórnia. Empresa foi eleita como a melhor para trabalhar em 2015 (David Paul Morris/Bloomberg/Getty Images/VEJA)
O site americano Glassdoor, rede social para profissionais, divulgou este mês o ranking das melhores empresas para trabalhar em 2015. A lista com 50 empresas é publicada anualmente e é feita a partir da avaliação dos próprios funcionários dessas companhias. Sem muita surpresa, a Google recebeu o maior número de avaliações positivas e ficou no topo da lista.

A empresa de tecnologia foi recomendada por 92% de seus funcionários e recebeu nota média de 4,5 pontos, em uma escala que varia de 0 até 5. O CEO da empresa, Larry Page, recebeu 96% de aprovação positiva. Para o levantamento, foram entrevistados mais de 1.000 funcionários de empresas americanas, a maioria delas multinacionais com escritórios no Brasil.

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Em segundo lugar na lista aparece a empresa Bain & Company, consultoria elogiada por ter funcionários engajados no crescimento da instituição. Na terceira posição ficou a Nestlé Purina PetCare, que produz ração e outros produtos para animais de estimação.

Para entrar na lista, as empresas precisam ter recebido ao menos 50 recomendações positivas entre os dias 13 de novembro de 2013 e 2 de novembro deste ano. Também foram analisados os comentários feitos pelos funcionários sobre ambiente de trabalho, relação com os chefes e expectativas de carreira para o próximo ano. Confira as dez melhores empresas para trabalhar - oito delas possuem escritório no Brasil - e prepare o currículo para 2015.


1
 de 10

1º - Google



A empresa de tecnologia do Vale do Silício, nos Estados Unidos, ganhou pontuação média de 4,5, com recomendação de 92% de seus funcionários.

O PRESENTE QUE NINGUÉM GOSTA PARA COMEÇAR O ANO NOVO

Energia elétrica ficará mais cara em janeiro  Aneel determina bandeira vermelha para todas as regiões do Sistema Interligado Nacional, o que significa um acréscimo de R$ 3 para cada 100 kWh

Consumidores pagarão R$ 3 a mais para cada 100 kWh consumidos em janeiro
Consumidores pagarão R$ 3 a mais para cada 100 kWh consumidos em janeiro (Ina Fassbender/Reuters/VEJA)
O consumidor brasileiro já vai começar 2015 pagando mais caro pela eletricidade. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que serão vermelhas as bandeiras tarifárias em todas as regiões do Sistema Interligado Nacional (SIN) em janeiro de 2015. Dentro do sistema de bandeiras tarifárias, que entra em vigor a partir do ano que vem, a cor vermelha indica que as contas terão um acréscimo de 3 reais para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A regra valerá para todos os Estados, com exceção de Amazonas, Amapá e Roraima, que ainda não estão interligados ao sistema nacional de energia elétrica. 
Além de sinalizar aos consumidores qual é a real situação da geração, o sistema de bandeiras tarifárias repassa mensalmente às tarifas parte dos custos quando estes estão mais elevados. Atualmente, isso ocorre devido ao acionamento das usinas térmicas, já que reservatórios das hidrelétricas estão em níveis baixos, afetados pela crise hídrica que o país enfrenta. Bandeiras amarelas, que indicam condições um pouco menos desfavoráveis, representarão um acréscimo menor, de 1,50 real por 100 kWh. Já a cor verde sinaliza que as condições para geração de energia são favoráveis, e, portanto, não haverá aumento de tarifa. 
O consumo médio do brasileiro é de 163 kWh por residência, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), e a tarifa média do consumidor residencial, de acordo com a Aneel, é de 400 reais por MWh. Assim, uma conta de 65,20 reais subiria para 67,65 reais na bandeira amarela e para 70,09 reais no caso da bandeira vermelha. Considerando o universo de 74 milhões de unidades consumidoras no país, em um mês de bandeira amarela, as empresas recolherão 400 milhões de reais a mais em todo o Brasil, valor que chegará a 800 milhões de reais em um mês de bandeira vermelha.
A entrada em vigor da medida ajudará as distribuidoras a fecharem suas contas. O atual buraco financeiro das companhias - que receberam 10,5 bilhões de reais do Tesouro e ainda contraíram empréstimos de 17,8 bilhões de reais em 2014 - ocorre porque o alto custo da energia precisa ser pago por elas todos os meses, mas essa despesa só é repassada para as contas de luz no momento do reajuste tarifário anual de cada distribuidora. Até este ano as empresas eram obrigadas a absorver essa diferença dentro de seus orçamentos. Com a entrada em vigor das bandeiras tarifárias, esse descasamento deixará de existir.


(Com Reuters e Estadão Conteúdo)
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ESTA EMPRESA GRANDE FAZENDO LENIÊNCIA MUITOS POLÍTICOS ESTÃO TENDO UM FINAL DE ANO SOMBRIO

Em VEJA desta semana

Racha no clube do bilhão: Camargo Corrêa negocia acordo  Empreiteira negocia um acordo de leniência com o MP e pode ser a primeira das grandes a abrir o jogo sobre o esquema de corrupção na Petrobras

Bela Megale e Alexandre Hisayasu
Natal no xadrez - Familiares visitam executivos na carceragem da PF em Curitiba no dia 23.
Natal no xadrez - Familiares visitam executivos na carceragem da PF em Curitiba no dia 23. (Estelita Hass Carazzai/Folhapress)
A Camargo Corrêa está negociando com o Ministério Público a possibilidade de fechar um acordo de leniência com a Justiça. O acordo de leniência equivale à delação premiada para pessoas jurídicas — empresas envolvidas em crimes decidem contar o que sabem em troca de benefícios e atenuantes penais. Dois advogados da empreiteira confirmaram a VEJA que as conversas nesse sentido com os procuradores responsáveis pela Operação Lava-Jato estão em curso e devem ser retomadas logo depois do Ano-No­vo. Se elas derem resultado, a Camargo Corrêa será a primeira dissidente do clube do bilhão, grupo formado pelas maiores empreiteiras do país que, segundo o doleiro Alberto Youssef, combinava o resultado de licitações da Petrobras, superfaturava os preços e pagava a propina destinada a subornar políticos e funcionários da estatal. Três executivos da empresa estão presos desde a segunda semana de novembro: Dalton Avancini, diretor­presidente, João Ricardo Auler, presidente do Conselho de Administração, e Eduardo Leite, vice-presidente.
Junto com eles, a Polícia Federal prendeu naquela data outros dezoito altos executivos de grandes empreiteiras — onze, incluindo os funcionários da Camargo Corrêa, continuam detidos na carceragem da PF em Curitiba (PR). Logo depois das prisões, as construtoras chegaram a conversar sobre a possibilidade de fechar um acordo coletivo de colaboração com a Procuradoria, mas a iniciativa foi rechaçada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que considerou a proposta um “cartel da leniência”. Desde então, os advogados indicavam ter desistido do acerto. Mas, há duas semanas, um dos advogados da Camargo Corrêa voltou a se reunir com os procuradores para discutir os termos de um acordo. A empresa já concordou em fazer a admissão de culpa, uma das exigências do Ministério Público que o grupo que tentou fazer o acordo coletivo não aceitava.
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Segio Lima Artesanato

 
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