sexta-feira, 26 de setembro de 2014

QUANDO PENSAMOS ACABOU, VEM MAIS ATRAPALHADA DO PT AGORA A SAÚDE ATE QUANDO

Operação Frota: PF investiga desvio de dinheiro na Saúde

Empresário confirma que licitação foi dirigida, superfaturada e havia previsão de pagamento de propina

Hugo Marques, de Brasília
Alexandre Padilha durante o primeiro debate das eleições 2014 entre os candidatos ao governo do Estado de São Paulo, promovido pela TV Bandeirantes, neste sábado (23), na sede da emissora, em São Paulo
Alexandre Padilha durante o primeiro debate das eleições 2014 entre os candidatos ao governo do Estado de São Paulo, promovido pela TV Bandeirantes, neste sábado (23), na sede da emissora, em São Paulo (Ivan Pacheco/VEJA.com)
No inquérito da Operação Frota, que apura o superfaturamento do contrato de locação de automóveis para o Ministério da Saúde, há um depoimento que envolve o ex-ministro Alexandre Padilha e alguns de seus assessores. O empresário Alan Diniz disse ao Ministério Público que a licitação foi dirigida e que parte do dinheiro do contrato seria desviado para a campanha de Padilha, o candidato do PT ao governo de São Paulo. Alan entrou no negócio como sócio da San Marino, a empresa que venceu a licitação. Ele conta que, por causa disso, acompanhou todo o processo. As irregularidades teriam começado meses antes de o ministério divulgar o edital de licitação – redigido, segundo ele, num escritório de advocacia e feito sob medida para beneficiar a empresa, o que totalmente é ilegal.
Dono de hotéis e de vários empreendimentos imobiliários em Brasília, Alan Diniz conta que foi convidado para participar do negócio como sócio-investidor. Entraria com o dinheiro para comprar os carros que seriam alugados pelo ministério. O empresário afirma que desistiu de participar ao descobrir que tudo era uma fraude. Além do edital viciado, os preços também eram superfaturados. O mais grave, no entanto, é o que ele afirma ter ouvido de uma consultora do ministério que acompanhava o processo: parte do dinheiro – 15% do valor do contrato - seria desviado para o então ministro Alexandre Padilha. Alan apontou Beatris Gautério de Lima como a consultora que orientava a fraude e que fez a revelação sobre o destino final do dinheiro.
O empresário entregou ao Ministério Público documentos que provariam que o edital  da licitação foi confeccionado fora das dependências do Ministério da Saúde e deu nomes de todos os envolvidos. Procurado, o ministro Padilha reagiu indignado. “Essa acusação é absurda e carece de indícios mínimos que possam sugerir meu envolvimento no caso. Trata-se de uma licitação cuja responsabilidade era da coordenadoria do Distrito Sanitário Especial Indígena do Estado da Bahia e, quando as irregularidades foram detectadas pelo Ministério da Saúde, todas as medidas cabíveis foram tomadas por minha direta determinação”, disse o ministro, por intermédio de sua assessoria. O empresário Dácio Maria de Lacerda, dono da San Marino, negou a existência das irregularidades. Beatris Gautério não foi localizada.
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E DE NORTE AO SUL AS PESSOAS QUERENDO A PRESIDENTE DILMA E O SEU PARTIDO PT FORA

Dilma é vaiada antes de evento em seu berço político

Presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff é recebida com protestos na abertura da Expointer em Esteio (RS)
Presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff é recebida com protestos na abertura da Expointer em Esteio (RS)(Ivan Pacheco/VEJA.com)
A presidente-candidata Dilma Rousseff foi recebida sob forte vaia por um grupo de grevistas do Judiciário Federal na manhã desta sexta-feira em Esteio, no Rio Grande do Sul, Estado que é berço político da petista. Os manifestantes reivindicam reajuste salarial e creditam a Dilma a responsabilidade pelo congelamento de suas remunerações. "Dilma a culpa é sua. Trabalhador na rua", gritaram. Os protestos logo foram abafados por militantes pró-Dilma, que imediatamente a aplaudiram. Ao lado do governador Tarso Genro, Dilma faz uma visita a Expointer, tradicional feira de agronegócio, nesta manhã. O tucano Aécio Neves também visitará o evento nesta sexta. Marina Silva esteve na feira na tarde desta quinta-feira. (Marcela Mattos, de Esteio)
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ESTA MULHER TEM TUDO PARA SER A PRESIDENTE DO BRASIL

Marina aposta em 'mobilização' na reta final da campanha

Marina Silva durante campanha em São Paulo - 24/09/2014
Marina Silva durante campanha em São Paulo - 24/09/2014 (Reuters)
Na última semana de campanha antes do primeiro turno, a equipe de Marina Silva, que disputa o Palácio do Planalto pelo PSB, vai apostar em eventos que mostrem a "mobilização" em torno da candidatura da ex-senadora. A campanha já vem usando esse conceito em algumas peças divulgadas esta semana, como pop ups que aparecem no site da candidata com fotos de famosos, como o global Marco Nanini. Ao fim do programa eleitoral exibido na televisão na noite de quinta-feira apareceram vídeos de pessoas comuns cantando a música que o cantor Gilberto Gil fez para a candidata, Marinar, morenar. Na próxima terça-feira, a equipe deve organizar em São Paulo um evento em formato de arena com a participação de nomes públicos ligados à campanha, entre eles artistas, empresários, intelectuais e acadêmicos. A ideia é deixar claro que Marina tem uma série de apoiadores, rebatendo críticas de que ela não teria base para governar caso seja eleita. O mote de "mobilização" deve ser reforçado nos programas eleitorais na TV e nas diversas agendas de campanha que Marina deve cumprir na próxima semana. É previsto que a ex-senadora comece a semana em Pernambuco para realizar um ato com a família de Eduardo Campos, seu ex-colega de chapa, morto em acidente aéreo em agosto. Ela deve passar ainda por São Paulo e pelo Rio de Janeiro antes de embarcar para Rio Branco, capital do Acre, sua terra natal, onde tem domicílio eleitoral. (Talita Fernandes, de São Paulo)
fonte veja 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

MARINA SILVA DA UMA AULA SENDO ENTREVISTA NO JORNAL BOM DIA BRASIL

Marina Silva: ‘Não se pode confundir sensibilidade com fraqueza’


Por  | Yahoo Notícias – 11 horas atrás
(Foto: Adriana Spaca/Brazil Photo Press)(Foto: Adriana Spaca/Brazil Photo Press)
A candidata do PSB, Marina Silva, foi a entrevistada da manhã desta quinta-feira no jornal Bom dia Brasil. Em sequência à série de conversas realizadas pelos jornalistas Chico Pinheiro, Ana Paula Araújo e Miriam Leitão, a candidata comentou sobre o fato de ter chorado ao falar sobre Lula após uma entrevista, afirmando que não se tratou de fragilidade e sim de sensibilidade. “Eu sou uma pessoa sensível, mas não se pode confundir sensibilidade com fraqueza. As pessoas que não se deixam emocionar, essas sim podem ser muito fracas”, disse. A candidata ainda atribuiu o episódio ao pesar de suas filhas, que, segundo ela, se vestiam de vermelho quando crianças por simpatia ao PT e que agora não têm mais orgulho do partido.

Marina aproveitou também para relembrar sua história de vida. “Ter enfrentado cinco malárias, três hepatites, uma leishmaniose, perder a mãe aos 14 anos, ter sido alfabetizada aos 16 anos,  ter passado o que eu passei, vir me dizer que isso é fragilidade e não me pedir para não ter emoções, sinceramente... Já vi tantos líderes chorando e não é por isso que são mais fracos ou menos fracos”, disse, lembrando do próprio Lula, que “caiu no choro” quando tomou posse na Presidência.

Economia

A candidata também abordou a questão da economia brasileira, afirmando que, para voltar a crescer com baixa inflação, o Brasil precisa de um governo que não se “aventure” na política econômica e corte gastos que causam desperdício dos recursos públicos. Para ela, a presidente Dilma Rousseff “se aventurou” na política econômica e interrompeu uma série de acertos que vinha desde o governo de Itamar Franco, passando pelas gestões de Fernando Henrique Cardoso e Lula.
Leia também:
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"Nós vamos fazer com que o Brasil volte a crescer. Uma boa parte do capital que o Brasil precisa não é tangível, é intangível. É confiança, credibilidade, respeito a contrato, criar um ambiente que favoreça os investidores a voltar a investir no Brasil. Isso só será possível com um governo que tenha legitimidade e que, de antemão, estabeleça o seguinte: nós não vamos nos aventurar em política econômica, não vamos inventar a roda", afirmou Marina.

Bancos públicos

Questionada sobre o papel dos bancos públicos – BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – em seu governo, caso eleita, ela afirmou que manterá a finalidade social para, por exemplo, financiar a agricultura e o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, e negou que vá enfraquecê-los. "O que enfraquece os bancos é pegar o dinheiro do BNDES e dar para meia dúzia de empresários; uma parte deles falida, alguns que deram, enfim, um sumiço em bilhões de reais do nosso dinheiro... Esses sim, nós vamos parar com o mau uso", afirmou.

Marina também afirmou que vai enviar, no primeiro mês de governo, uma proposta de reforma tributária que busque justiça, transparência e simplificação no pagamento e, na questão trabalhista, afirmou que vai ampliar a formalidade no mercado de trabalho e que não vai eliminar direitos e benefícios.

Agronegócio

Marina também foi questionada sobre sua postura em relação ao agronegócio: se tenderia a ficar ao lado de ambientalistas em detrimento da infraestrutura ou da relação comercial em questão. A candidata respondeu que não se tratam de áreas incompatíveis e disse que os conflitos podem ser “manejados”. “Não há esse dilema para produzir e proteger, as duas coisas são inteiramente possíveis”, disse, defendendo maior produtividade em áreas menores. “O problema do agronegócio não é proteção do meio ambiente, não são índios e quilombolas. É a falta de infraestrutura, de hidrovias, de ferrovias, de termos estradas adequadas para o transporte, armazenagem e portos”, acrescentou.

Com informações do G1.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

A JUSTIÇA TEM QUE SER IGUAL PARA TODOS SEJA POBRE OU RICO

Mensalão: PF tenta há 7 meses, e sem sucesso, ouvir Lula

Segundo operador do mensalão, Marcos Valério, houve repasse de 7 milhões de reais da Portugal Telecom ao PT, que teria sido intermediado pelo ex-presidente
Segundo o operador do mensalão, Marcos Valério, houve repasse de 7 milhões de reais da Portugal Telecom ao PT, que teria sido intermediado pelo ex-presidente
Há sete meses a Polícia Federal tenta, sem sucesso, ouvir o ex-presidente Lula em inquérito que apura sua atuação no mensalão, segundo reportagem desta quarta-feira do jornal O Estado de S. Paulo. Em abril de 2013, o Ministério Público Federal solicitou à PF que apurasse as denúncias feitas pelo operador do esquema, Marcos Valério de Souza, de que o ex-presidente intermediou um repasse de 7 milhões de reais feito ao PT por uma subsidiária da Portugal Telecom. Além de Lula, o ex-ministro Antonio Palocci Filho também é citado no caso.
De acordo com o jornal, o advogado do ex-presidente, Marcio Thomaz Bastos, disse à cúpula da PF que Lula estará na quinta-feira em Brasília e tentará agendar a data da oitiva. Na PF, contudo, afirma-se que os acertos para o depoimento – sempre informais – não foram adiante. Os agentes esperam ouvir Lula para encerrar o inquérito, cuja conclusão foi adiada algumas vezes.
Reportagem do jornal ‘Folha de S. Paulo’ informa que o petista teme o vazamento do depoimento para a imprensa – e os estragos disso à campanha eleitoral. Lula não foi intimado, apenas convidado a falar. E, de acordo com o jornal, não deverá ser. A avaliação da cúpula da PF é de que uma intimação seria medida exagerada.
Segundo Valério, o ex-presidente teria intermediado a obtenção do repasse milionário de uma fornecedora da Portugal Telecom para o PT, por meio de publicitários ligados ao partido. Os recursos teriam sido usados para quitar dívidas eleitorais dos petistas. De acordo com o operador do mensalão, Lula intercedeu pessoalmente junto a Miguel Horta, presidente da companhia portuguesa, para pedir os recursos. As informações eram desconhecidas até 2012, quando Valério – já condenado – resolveu contar parte do que havia omitido até então.
Detalhes do caso
A transação investigada pelo inquérito estaria ligada a uma viagem feita por Valério a Portugal em 2005. O episódio foi usado, no julgamento do mensalão, como uma prova da influência do publicitário em negociações financeiras envolvendo o PT.
O pedido de abertura de inquérito havia sido feito pela Procuradoria da República no Distrito Federal a partir das acusações feitas por Valério em depoimento à Procuradoria-Geral da República. Como Lula e os outros acusados pelo publicitário não têm foro privilegiado, o caso foi encaminhado à representação do Ministério Público Federal em Brasília. Ao todo, a PGR enviou seis procedimentos preliminares aos procuradores do Distrito Federal. Um deles resultou no inquérito aberto pela PF. Outro, por se tratar de caixa dois, foi enviado à Procuradoria Eleitoral.
Segredos
Com a certeza de que iria para a cadeia, Marcos Valério começou a contar os segredos do mensalão em meados de setembro de 2012, como revelou ‘Veja’. Em troca de seu silêncio, Valério disse que recebeu garantias do PT de que sua punição seria amena. Já sabendo que isso não se confirmaria no Supremo – que o condenou a quase 40 anos por corrupção ativa, evasão de divisas, peculato e lavagem de dinheiro – e, afirmando temer por sua vida, ele declarou a interlocutores que Lula “comandava tudo” e era “o chefe” do esquema.
Pouco depois, o operador financeiro do mensalão enviou, por meio de seus advogados, um fax ao STF declarando que estava disposto a contar tudo o que sabe. No início de novembro daquele ano, nova reportagem de ‘Veja’ mostrou que o empresário depôs à PGR na tentativa de obter um acordo de delação premiada – um instrumento pelo qual o envolvido em um crime presta informações sobre ele, em troca de benefícios.

Fonte: Veja

SÓ FALTAVA ESSA FALAR DE SI MESMA JÁ TEM O TRIPO DE TEMPO AQUI NO BRASIL RIDÍCULO

Dilma faz discurso de candidata na ONU

Em pronunciamento na Assembleia-Geral das Nações Unidas, presidente elogiou o próprio governo - como faz quando sobe em palanques pelo Brasil

Gabriel Castro
Púlpito ou palanque? Presidente Dilma Rousseff, durante discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas
Púlpito ou palanque? Presidente Dilma Rousseff, durante discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas(Ballesteros/EFE)
A presidente Dilma Rousseff discursou nesta quarta-feira na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. Mas Dilma candidata não perdeu a chance de usar a tribuna: parte do pronunciamento foi muito similar às falas da petista nos palanques eleitorais: ela elogiou o próprio governo em diversas áreas, como educação, economia e o combate à corrupção.
Ignorando os seguidos escândalos que assolam o governo, Dilma pregou o "respeito à coisa pública e combate sem tréguas à corrupção". "Essa é uma responsabilidade que assumimos ao fortalecer nossas instituições", disse, antes de citar a criação do Portal da Transparência, a Lei de Acesso à Informação e as leis que punem "tanto o corrupto quanto o corruptor".
Quando falou de economia, a presidente também usou praticamente o mesmo discurso que faz nos palanques eleitorais: disse que o Brasil resistiu à crise econômica global sem cortar empregos e mantendo no lugar os fundamentos macroeconômicos. "Não descuidamos da solidez fiscal e da estabilidade monetária, e protegemos o Brasil frente a volatilidade externa", declarou. Ela admitiu, entretanto, que o país foi afetado pela turbulência: "Ainda que tenhamos conseguido resistir às consequências mais danosas da crise global, ela também nos atingiu de forma mais aguda nos últimos anos", afirmou.
Dilma, que nunca menciona o casamento gay em seus discursos como presidente ou candidata, colocou na conta dos avanços brasileiros até mesmo a decisão do Supremo Tribunal Federal que instituiu a união civil entre pessoas do mesmo sexo, posteriormente convertida em casamento pelo Conselho Nacional de Justiça: "A Suprema Corte do meu país reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo, assegurando-lhe todos os direitos civis daí decorrentes", afirmou.

O discurso de Dilma nas Nações Unidas deve ser usado no programa eleitoral da petista. Os meios de divulgação da campanha, como o site Muda Mais, transmitiram ao vivo a fala da petista em Nova York.

Relações Exteriores - Em seu discurso, Dilma voltou a condenar o uso da força militar para conter o Estado Islâmico no Iraque e na Síria, como já havia feito nesta terça-feira. "A cada intervenção militar não caminhamos para a paz mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos", afirmou. Dilma colocou no mesmo cesto Iraque, Síria, Líbia, Ucrânia e Palestina, ignorando o fato de que, nos dois primeiros, um dos grupos terroristas mais selvagens em atividade está avançando e espalhando o horror de forma brutal, por meio de decapitações, crucificações e execuções sumárias.
Ao tratar da diplomacia, Dilma pediu uma participação maior dos países emergentes em instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, além de uma reforma no Conselho de Segurança da ONU. A presidente condenou o "uso desproporcional da força" por Israel no conflito com a Palestina. 
A presidente ainda reforçou o apelo por um "marco civil" global da internet, sugerido pelo governo brasileiro em 2013. A proposta foi feita depois de virem à tona detalhes sobre a espionagem americana ao redor do mundo.
fonte veja

Segio Lima Artesanato

 
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