sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

PRESIDENTA DILMA VOCÊ JÁ VIU UM MOTORISTA DE CARRO DE PASSEIO PILOTAR UM AVIÃO E TRAGEDIA NA CERTA TODOS SABEM DISTO

Política do esporte

Ministro do Esporte admite: 'Não entendo profundamente da área' George Hilton - radialista, apresentador de televisão e animador - é deputado federal mineiro do PRB, ligado à Igreja Universal e diz que sua 'fé religiosa grande e inquebrável' não será obstáculo para a condução da pasta

O novo ministro do Esporte, George Hilton, durante transmissão de cargo do Ministério
O novo ministro do Esporte, George Hilton, durante transmissão de cargo do Ministério (Eduardo Anizelli/Folhapress)
Alvo de críticas de quem é ligado ao esporte e vaiado na quinta-feira durante cerimônia de posse no Palácio do Planalto, o novo ministro do Esporte, George Hilton, assumiu a pasta oficialmente nesta sexta-feira em evento esvaziado de atletas e também de representantes do primeiro escalão do governo. No seu discurso, o deputado federal mineiro do PRB admitiu não ser familiarizado com o assunto. "Gostaria de tranquilizá-los para dizer: posso não entender profundamente de esportes, mas entendo de gente. Eu sei ouvir as pessoas, sei dialogar", disse o ministro, prometendo usar sua habilidade política para tocar a pasta. Hilton é radialista, apresentador de televisão e animador. "As críticas não me abatem, me impulsionam a empurrar a mim mesmo a realizar proezas."
Aldo Rebelo (PC do B-SP) passou o cargo a Hilton e minimizou a falta de familiaridade do sucessor, destacando a experiência da equipe técnica. As críticas ao novo ministro, disse Rebelo, são "parte da democracia". Hilton se recusou a dar entrevistas ao final do evento de transmissão do cargo e recebeu cumprimentos de convidados em uma sala reservada, sem a presença da imprensa.
Plataforma – Com a falta de outras personalidades do esporte, Hilton quebrou o protocolo e pediu que o jogador de vôlei de praia Emanuel subisse ao palco - ele é casado com a ex-jogadora Leila, filiada ao PRB-DF. A plateia tinha servidores do Ministério, representantes de confederações esportivas e políticos. A ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, chegou nos dez minutos finais do discurso de Hilton. Ligado à Igreja Universal, ele garantiu que sua "fé religiosa grande e inquebrável" não será obstáculo para a condução do Ministério.
O ministro, de 43 anos, nascido na Bahia, destacou avanços dos últimos doze anos na questão social e defendeu a "democratização" do esporte e seu uso como instrumento de inclusão. "Vou dar atenção especial ao esporte social, ao esporte inclusão, educacional e comunitário." Disse ainda que a tônica da sua gestão será o esporte de base e prometeu trabalho intenso pela prorrogação da Lei de Incentivo ao Esporte, que vence em 2015. Afirmou que nos próximos dias vai tratar com a Casa Civil a questão da dívida de clubes de futebol e prometeu se empenhar para valorizar o futebol feminino.
O apoio aos atletas que vão disputar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, segundo ele, será mantido, com continuidade dos programas Bolsa Pódio e Bolsa Atleta. Também será mantido o programa de controle de dopagem. "Estou assumindo não só o compromisso de manter o que muito bem tem sido feito, mas especialmente de aperfeiçoar, ampliar e democratizar tudo o que vem sendo feito dentro do esporte."


(Com Estadão Conteúdo)
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O PRIMEIRO DIA DE MANDATO DA PRESIDENTA DILMA ,MOSTRA DIAS DIFÍCIL PARA A IMPRENSA EM GERAL

Governo Dilma

Berzoini assume e já cita projeto de censura da imprensa Instalado na pasta das Comunicações a pedido do PT, ministro afirmou que o Palácio do Planalto enviará ao Congresso projeto de controle da mídia

Laryssa Borges, de Brasília
Deputado Ricardo Berzoini PT/SP
O deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), nomeado ministro das Comunicações (Gilberto Nascimento/Agência Câmara/VEJA)
Nos primeiros minutos depois de assumir o Ministério das Comunicações, nesta sexta-feira, o petista Ricardo Berzoini deu declarações autoexplicativas sobre as razões de ter sido instalado no cargo: disse que o governo vai tentar implementar seu projeto de censura da imprensa, agora batizado pelo PT de regulação econômica da mídia.
Fiel escudeiro do ex-presidente Lula, de quem foi ministro, Ricardo Berzoini tem raízes no sindicalismo bancário, foi presidente do PT e é conhecido na Câmara dos Deputados pelo estilo truculento e pela ligação com as alas mais radicais do partido. A pedido de Lula e do comando do PT, ele assume a cadeira que era ocupada pelo paranaense Paulo Bernardo, que não encampava a proposta de censura aos meios de comunicação.
“O Poder Executivo pode fomentar a discussão. Todos os setores da economia que têm grande impacto social e econômico são regulamentados”, justificou. Para o ministro, o projeto fala "regulação econômica" porque o debate começará sobre as concessões públicas.
Após receber o cargo de Bernardo, Berzoini disse que empresários, sindicalistas e representantes de movimentos sociais serão chamados para discutir a proposta que o Executivo apresentará para votação no Congresso. De acordo com o novo ministro, inicialmente não há a intenção de incluir na proposta a regulação de conteúdo – como pretende o PT. Mas isso inicialmente: o próprio Berzoini admitiu que, “se for bem conduzida”, essa proposta “pode ser bem sucedida” e não conseguiu esconder o DNA bolivariano da proposta. "Se houver participação popular, tanto melhor."
Pela proposta do PT, para quem a imprensa livre é tratada como oposição, além de direcionar sua artilharia contra os grandes grupos de comunicação, um dos focos é a distribuição da receita publicitária aos veículos de informação – o que poderia redundar, no futuro, no controle indireto do conteúdo pelo governo.

Desde que assumiu o Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff procurou manter distância do projeto petista de censura da imprensa: sepultou, inclusive, o projeto de lei para "regulação das comunicações", elaborado pela legenda durante o governo Lula, e que trazia na raiz o embrião autoritário da censura. Na gestão Lula, o principal entusiasta do projeto era o ex-ministro Franklin Martins, um dos responsáveis pela baixaria nas redes sociais disseminada pela campanha à reeleição de Dilma.


No ano passado, Dilma havia afirmado que pretende abrir um "processo de discussão" sobre a regulação econômica da imprensa. Disse que não sabia ainda como seria esse processo, mas afirmou que "isso jamais poderá ser feito sem consultar a sociedade". Pelas palavras de Berzoini, a sociedade a ser ouvida são grupos de sindicalistas e movimentos sociais aliados do PT.
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PRESIDENTA DILMA PORQUE MEXER COM QUEM MAIS PRECISA ELES TE ELEGERAM MERECE MAIS RESPEITO

Ministro da Previdência assume e diz que pretende levar Dilma passear de moto Petista Carlos Gabas tomou posse no Ministério da Previdência Social. Ex-governador Cid Gomes também assumiu a pasta da Educação nesta sexta

Laryssa Borges, de Brasília
Carlos Gabas, novo ministro da Previdência Social
 (Luiz Carlos MurPILOTO – Carlos Gabas, novo ministro da Previdência Social, que costuma levar a presidente Dilma Rousseff para passeios de moto em Brasíliaauskas/Folhapress)
O novo ministro da Previdência Social, o petista Carlos Gabas, disse nesta sexta-feira ao receber o cargo do antecessor Garibaldi Alves (PMDB) que espera “curtir” Brasília de moto com a presidente Dilma Rousseff. Amigo de Dilma há 25 anos, Gabas já promoveu passeios secretos com a presidente, que andou pela capital federal na garupa de sua Harley Davidson. “Eu gosto muito de andar de moto e ela também. O dia em que ela me convocar, eu estarei ali para andar com ela, porque, como ela mesma diz, olhar Brasília da garupa de uma moto é bastante diferente, é um olhar de liberdade”, disse. “Espero que ela volte a andar e nós vamos curtir Brasília de moto”, completou ele.
Em seu discurso na transmissão do cargo, Gabas retomou a principal preocupação do novo mandato da presidente reeleita e afirmou que 2015 será um ano de ajuste fiscal. Ele disse que, em meio à necessidade de controle de gastos, será preciso dar “sustentabilidade” à Previdência Social. “Não reduziremos direitos, mas é preciso dar sustentabilidade à Previdência”, disse. Apesar do discurso oficial de que não haverá redução de direitos dos trabalhadores, na última semana a presidente Dilma Rousseff determinou a mudança na regra de concessão de benefícios, como o seguro-desemprego e a pensão por morte.
De saída do governo, o peemedebista Garibaldi Alves anunciou que a nova presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) será Elisete Belchior, e brincou com as dificuldades da pasta: “Quando entrei, disse que a Previdência era um abacaxi. Hoje, saio chorando”.
Educação – Também nesta sexta-feira o ex-governador do Ceará Cid Gomes (Pros) recebeu o cargo de ministro da Educação do antecessor, Henrique Paim, e prometeu diálogo ininterrupto com professores e reitores, ampliação do atendimento de crianças em creches e na pré-escola e melhoria da qualidade do ensino fundamental. Em seu discurso de posse nesta quinta-feira, a presidente Dilma Rousseff disse que a educação será a principal prioridade da nova gestão e que o novo lema do governo será “Brasil, pátria educadora”. Ainda assim, ela retirou o PT do controle da pasta e utilizou o ministério para pagar uma fatura política a Cid Gomes, que deixou o PSB, enfraquecendo o partido no Ceará, e se manteve alinhado ao Palácio do Planalto.


“Como disse a própria presidente, a educação será a prioridade das prioridades. O Brasil, nos últimos doze anos com os governos de Lula e Dilma, teve grande êxito com políticas sociais e de segurança alimentar. Agora o novo desafio é da inclusão pelo saber. E o conhecimento e a educação são o caminho certeiro para o desenvolvimento humano”, disse o novo ministro. “É um dos maiores desafios que já assumi na vida pública. Vou viajar a todas as regiões para aprender com boas experiências e compreender dificuldades", afirmou.FONTE VEJA 
Enquanto vocês passeiam de moto os brasileiros sofrem nas filas do INSS para conseguir um auxilio doença isso quando consegue, vocês estão acabando com os direitos do povo que anos trabalharam e pagaram a previdência e agora vão ter que se humilhar para garantir tudo que e de direito garantido por lei gostaria caso vocês dependesse do INSS dariam mais valor os pobres miseráveis que choram sem ter o alimento na mesa por causa de vocês que andam de moto tirando sarro do povo.  ​

QUEM VAI PAGAR AS CONTAS SÃO OS TRABALHADORES QUE A PRESIDENTA DILMA DISSE QUE NÃO MUDARIA NADA QUE FEIO

Equipe econômica

Barbosa promete ajuste na economia e aumento real do salário mínimo  Novo ministro deixou claro que a austeridade fiscal será uma de suas prioridades para o país se desenvolver

Laryssa Borges, de Brasília
O economista Nelson Barbosa é o novo ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão
O economista Nelson Barbosa é o novo ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão (Fernando Bizerra Jr./EFE)
Em sua primeira fala como novo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa admitiu nesta sexta-feira que atual política fiscal chegou ao limite e que a economia brasileira não se recuperou totalmente da crise financeira mundial. Porém, afirmou que resultados dos ajustes pretendidos pelo governo serão sentidos rapidamente e citou como mudanças já anunciadas a elevação da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) e o pacote de endurecimento das regras para concessões de seguro-desemprego e abono salarial.
Após receber o cargo da antecessora ,Miriam Belchior, ele evitou detalhar temas espinhosos como uma nova política de reajuste do salário mínimo – ponto que, segundo ele, será tratado “no momento oportuno” –, mas garantiu que continuará havendo aumento real para o salário mínimo até 2019.
Barbosa admitiu que os ajustes a serem feitos na política econômica podem ter impactos negativos em curto prazo, mas afirma que eles são indispensáveis "para continuar nosso projeto de desenvolvimento econômico". Segundo ele, "a palavra de ordem é melhorar a qualidade do gasto público, sempre orientado para uma estratégia de desenvolvimento com redução das desigualdades".
Embora o mercado tenha projeções de que a economia terá crescimento de apenas 0,55%, Barbosa afirmou que medidas econômicas adotadas pelo novo governo vão garantir o retorno da “confiança” perdida pelo mercado brasileiro. O ministro evitou estabelecer metas de crescimento para 2015 ou para os próximos anos.
"As medidas que estão sendo adotadas darão resultado rapidamente. A economia vai absorver esses resultados e é possível que a gente volte a crescer num prazo rápido”, afirmou. “Não vamos definir prazo, mas o próprio mercado já prevê um crescimento maior em 2016”, completou ele. 


Servidores públicos - Barbosa disse que o aprimoramento da gestão pública depende também da valorização dos servidores e que manterá o diálogo com todas as carreiras do funcionalismo público, mas ressaltou que tudo se dará "dentro das limitações econômicas que temos". "Buscaremos equilibrar as justas demandas dos servidores com a nossa capacidade financeira", acrescentou.
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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

OS BRASILEIROS ESTÃO PREOCUPADOS COM O RUMO QUE O GOVERNO DILMA ESTA TOMANDO ISSO E FATO

01/01/2015
 às 18:33 \ Política & Cia

POSSE DE DILMA: Quando uma presidente não parece acreditar em uma só palavra de seu discurso — que além de tudo foi chocho, auto-congratulatório, quase autista –, alguma coisa está muito errada

(Foto: Sérgio Lima/Folhapress)
Dilma ouve o Hino Nacional após fazer o juramento constitucional, e antes do discurso, ladeada pelos presidentes da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (esq.), e do Senado, Renan Calheiros. À direita de Calheiros, o vice, Michel Temer (Foto: Sérgio Lima/Folhapress)
Parecia, quase, um fim de governo, e não um começo.
Nem os tais 800 ônibus fretados pelo PT conseguiram preencher sequer parte do amplo espaço da Praça dos Três Poderes, em Brasília, para a posse da presidente Dilma em seu segundo mandato. A solenidade toda de posse, no Congresso, e o recebimento da faixa e posterior discurso no Parlatório do Palácio do Planalto, depois, constituíram uma festa chocha, artificial, destituída de espontaneidade e de entusiasmo.
O pior, porém, foi o discurso da presidente à Nação. Interminável, recheado de números, estatísticas e realizações em boa parte contestáveis, autocongratulatório, teve o permanente tom de fala de palanque, de campanha eleitoral.
É uma missão penosa comentar o discurso em detalhes. Não vou fazê-lo.
A presidente leu o texto como se fosse uma bula de remédio, como se se tratasse de uma tabela de Excel.
Não vi emoção alguma em seu rosto, não vi convicção nenhuma em sua parca linguagem corporal, não vi ênfases e, sobretudo, conteúdo.
Onde estão indicações de que país ela pretende? (Mencionou um “projeto de nação” que teria sido apoiado pela população — a despeito de metade dos votos terem ido para a oposição na eleição presidencial — mas nada, do que relacionou a seguir, continha esteios de qualquer projeto que não fosse mais do mesmo).
Onde sua indicação de que lugar pretende que o país ocupe no mundo?
Onde as referências históricas sobre grandes e inspiradores momentos da República como marcos a serem assinalados?
Onde citações sobre grandes pensadores brasileiros?
Foi um parco, tedioso relatório semi-autista de uma “gerentona” que desfiou um rosário de méritos, ignorando ter sido seu período de governo o de pior crescimento na história de 125 anos da República, excetuados os governos do marechal Floriano Peixoto (1891-1894) e — vejam só — o de Fernando Collor (1990-1992).
Foi uma celebração de feitos que deixou de lado problemas gravíssimos, como o espetacularmente ruim desempenho das contas públicas — o pior em quase duas décadas: seu governo se comprometeu a economizar 99 bilhões de reais para pagar os juros da dívida — que, por sinal, vem sistematicamente tornando maior –, e o resultado pífio, ridículo, foi um… déficit de 19,6 bilhões.
Um palavrório que falou em “ética na política”, em reforma política e em combate à corrupção sendo figura-chave de um partido atolado até o pescoço no maior escândalo de roubalheira de todos os tempos, o Petrolão.
Um blablablá que escolheu como slogan um estranho “Brasil, pátria educadora” — e colocou o Ministério da Educação nas mãos de um político de segunda, que fez péssima gestão exatamente nessa área como governador de seu Estado, o Ceará.
O pior de tudo, porém, não é algo concreto, palpável, com imagem, forma e peso: foi que tudo na presidente — seu rosto, suas expressões faciais, sua linguagem corporal — estava desconectado com os feitos que ela celebrava e com os projetos, incontáveis, que ela anunciou.
Dilma passou todo o tempo a impressão de não acreditar no que dizia.
Quando isso acontece logo no primeiro dia de um novo governo, alguma coisa, definitivamente, não vai bem e está muito errada.
fonte  coluna do RICARDO SETTI    veja 

A PRESIDENTE DILMA NA SUA POSSE DO NOVO MANDATO FALOU 40 MINUTO, MAS O ENTUSIASMO DO POVO NÃO E O MESMO

Dilma elege a educação como "a prioridade das 

prioridades" do segundo mandato 

A presidente defendeu um ensino de qualidade em todos os níveis de formação e para todos os segmentos da sociedade e que o lema do novo governo será "Brasil: pátria educadora"


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A presidenta Dilma Rousseff disse na cerimônia de posse no Congresso Nacional, que o lema do novo governo será “Brasil: pátria educadora”. Ela caracterizou o lema como simples, direto e que reflete com clareza qual será a prioridade do governo, além de sinalizar o setor para o qual devem convergir os esforços de todas as suas áreas.
“Estamos dizendo que a educação será a prioridade das prioridades, mas também que devemos buscar em todas as ações do governo um sentido formador, uma prática cidadã”, explicou, ao acrescentar que só a educação liberta um povo e abre portas para o futuro.
Dilma defendeu um ensino de qualidade em todos os níveis de formação e para todos os segmentos da sociedade. A presidenta destacou que a expectativa é que, ao longo deste novo mandato, o setor comece a receber volumes mais expressivos de recursos oriundos dos royalties do petróleo e da exploração da camada pré-sal.
“Buscaremos, em parceria com os estados, efetivar mudanças curriculares e aprimorar a formação dos professores” disse, ao avaliar ser esta uma área frágil no sistema educacional brasileiro. A presidenta prometeu dar atenção especial ao Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e ao Programa Jovem Aprendiz. “O Brasil vai continuar como país líder no mundo em políticas sociais transformadoras”.
fonte ISTOÉ

Segio Lima Artesanato

 
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