quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

TUDO QUE VEM PARA MELHORAR A SAÚDE DOS MAIS CARENTE E BEM VINDO

Imunização

OMS recomenda duas vacinas contra HPV, em vez de trêsOrganização Mundial de Saúde acredita que a nova determinação possa ajudar países pobres a vacinar mais meninas de 9 a 13 anos

HPV-16
HPV: vírus é causador do câncer do colo do útero (Latinstock/VEJA)
A Organização Mundial de Saúde (OMS) publicou nesta quarta-feira novas recomendações sobre a vacina contra o papilomavírus humano (HPV). De acordo com as diretrizes da OMS, duas doses, e não mais três, são suficientes para proteger jovens que ainda não iniciaram a vida sexual contra o câncer de colo do útero, causado pelo vírus. A entidade acredita que a nova determinação possa ajudar países pobres a vacinar mais meninas de 9 a 13 anos e, por isso, prevenir a incidência do tumor cervical. As recomendações foram apresentadas no Congresso Mundial de Luta Contra o Câncer, realizado em Melbourne, na Austrália.
"A combinação de ferramentas mais eficazes e acessíveis para prevenir e tratar o câncer de colo do útero contribuirá para aliviar o custo da saúde, em particular nos países com baixa renda", afirmou Nathalie Broutet, epidemiologista da OMS. 
O documento da OMS também revisou o protocolo de exames de HPV. Uma vez que o resultado der negativo, a pessoa deve repetir o teste a cada cinco anos, e não a cada dois anos, como ocorre em muitos países. 
Brasil — Neste ano, a vacina contra o HPV passou a ser oferecida gratuitamente neste ano pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 11 a 13 anos. O Ministério da Saúde definiu a estratégia de realizar a vacinação em grupos divididos por faixas etárias. Em 2015, a vacina passará a ser ofertada para o grupo de nove a onze anos e, em 2016, para o público de nove anos. 
A vacina brasileira é dividida em três doses. Após a ingestão da primeira dose, a menina recebe a segunda seis meses depois, que é quando já haverá a proteção à contaminação. Passados cinco anos, será aplicada a terceira dosagem da vacina, que serve como um reforço para manter a imunização duradoura. 
Em 2014, a meta do Ministério da Saúde era imunizar pelo menos 80% das 5,2 milhões de meninas de 11 a 13 anos do país. A primeira etapa do programa de imunização atingiu 87,5% do público alvo. A segunda fase, no entanto, havia atingido apenas 45% do público alvo dois meses após seu início. 
(Com agência France-Presse)

MARTE ESTA MAIS PERTO DO QUE NOS IMAGINAMOS

Espaço

Nasa testa nova cápsula para missões espaciais tripuladasVoo de teste da Orion é considerado primeiro passo de uma futura expedição a Marte

Ilustração da cápsula Orion durante o voo de teste
Ilustração da cápsula Orion durante o voo de teste (Nasa/VEJA)
A cápsula Orion, da Nasa, fará seu primeiro teste de voo na quinta-feira. Com investimento de bilhões dólares, a missão tem o objetivo de preparar o retorno dos Estados Unidos às viagens espaciais tripuladas, limitadas à órbita terrestre desde a última expedição lunar, há 42 anos.
A Orion foi criada para levar astronautas a destinos ainda não explorados, que incluem visitas a um asteroide e a Marte, apesar de os planos ainda não estarem muito bem definidos. O lançamento está previsto para as 10h05 (horário de Brasília), na base de Cabo Canaveral, na Flórida, a bordo do foguete Delta IV. 
As previsões meteorológicas indicam nesta quarta-feira 70% de probabilidade de clima favorável para o voo, embora a possibilidade de temporais e ventos tragam dúvidas. A janela de lançamento ficará aberta por duas horas e 39 minutos.
No voo de teste, a sonda vai dar duas voltas ao redor da Terra, percorrendo mais de 96.000 quilômetros e atingindo altitude de 5.800 quilômetros, cerca de catorze vezes a distância da Estação Espacial Internacional (ISS) em relação à Terra. O pouso ocorrerá cerca de quatro horas e meia depois, no oceano Pacífico.
Durante a descida de volta ao planeta, a nave vai ultrapassar os 32.000 quilômetros por hora, gerando temperaturas de até 2.200 graus Celsius — 80% da temperatura que seria atingida por uma missão lunar. 
Mudança de objetivo — Inicialmente, a cápsula Orion deveria levar astronautas americanos de volta à Lua, como parte do programa Constellation da Nasa, mas a missão foi cancelada pelo presidente Barack Obama, em 2010.
A agência espacial americana resgatou, então, o design da cápsula, na qual investiu 4,7 bilhões de dólares de 2005 a 2009, e a destinou a enviar humanos a um asteroide ou a Marte nas próximas décadas.
Retomada — A Nasa ficou sem recursos para enviar astronautas à órbita da Terra desde que aposentou, em 2011, sua frota de ônibus espaciais. Atualmente, os astronautas americanos dependem das naves russas Soyuz para ir e voltar da ISS.
O voo de testes do Orion "é o mais importante que a agência espacial terá feito este ano", disse William Hill, encarregado de desenvolvimento dos sistemas de exploração da Nasa.
Os críticos do projeto Orion, que também incluiu a construção dos foguetes mais poderosos do mundo (Space Launch System, SLS), condenam seu custo e a falta de atenção do governo com problemas verdadeiramente importantes.


(Com Agência France-Presse)

OS BRASILEIROS ESTÃO COM VERGONHA DA MAIORIA DOS POLÍTICOS QUE OS REPRESENTA

Congresso aceita chantagem e libera manobra fiscal

Texto principal da medida foi aprovado após 18 horas de sessão. Análise da última emenda ao projeto, no entanto, impediu que votação fosse concluída
Texto principal da medida foi aprovado após 18 horas de sessão. Análise da última emenda ao projeto, no entanto, impediu que votação fosse concluída
O Congresso Nacional aprovou na madrugada desta quinta-feira (4) a manobra fiscal do governo para maquiar o descumprimento da meta do superávit primário. Depois de 18 horas de uma sessão conturbada, o texto principal do Projeto de Lei do Congresso (PLN) 36/2014, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), recebeu o aval dos parlamentares – que, com isso, receberão ao todo 444 milhões de reais em emendas. Na Câmara, o placar foi de 240 votos a favor, 60 contra e 9 abstenções. No Senado, o texto obteve 39 votos a favor e 1 contra.
O efeito prático da medida é a redução da meta de superávit para 2014: de 116,1 bilhões para 49,1 bilhões de reais. A meta de superávit é a economia feita pelo governo para o pagamento dos juros da dívida. Diante do aumento dos gastos públicos em 2014, sem que houvesse também a elevação da arrecadação, o governo se encontrava em uma encruzilhada: se não mudasse a LDO, não conseguiria fechar as contas.
Emenda
A votação, entretanto, ainda não foi encerrada. Faltou quórum para a análise da última emenda ao texto: de autoria do PSDB, a proposta altera o projeto e inclui uma limitação nas despesas discricionárias, de forma que o governo só possa gastar o mesmo montante executado no orçamento do ano anterior. Às 4h57, o presidente Renan Calheiros encerrou os trabalhos. Com isso, a redação final do PLN 36 não foi aprovada e a votação terá de ser concluída na próxima terça (9), em sessão marcada para o meio-dia. São nulas, entretanto, as chances de a emenda do PSDB ser aprovada.
Maratona
Por meio da apresentação de emendas, de questões de ordem e de pedidos de verificação de quórum, os parlamentares da oposição conseguiram prolongar os trabalhos até a madrugada. Com isso, o plenário foi se esvaziando. Por volta de 1h30 da madrugada, o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), pedia aos líderes aliados que telefonassem aos parlamentares ausentes para pedir a presença deles em plenário. Na última votação nominal, perto das 4 horas, o quórum entre os senadores foi de 41, exatamente o mínimo necessário para impedir a derrubada da sessão.
A sessão do Congresso teve início pouco depois das 10h de quarta. Antes de apreciar o texto, era preciso analisar dois vetos presidenciais e um projeto que concede crédito adicional a aposentados do Instituto Aerus de Seguridade Social. Foi o que os parlamentares fizeram em meio a longas e extenuantes sessões. Enquanto isso, as galerias estavam vazias porque o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) ordenou que a segurança barrasse qualquer manifestante.
Os governistas repetiam a tese de que o PLN 36 era importante para reorganizar as finanças públicas. E acusavam a oposição de oportunismo: “Tem setores da oposição flertando com o golpismo. Estão se vestindo da roupagem da velha política golpista da UDN”, disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Em resposta, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) lembrou o passado de cara-pintada do petista e respondeu chamando Lindbergh de “chapa-branca”.
Antes, o tucano já havia afirmado que o governo estabeleceu um preço para cada parlamentar: 748.000 reais, o valor que será liberado a cada um agora que a manobra foi aprovada. Mesmo integrantes de partidos aliados se queixaram da chantagem. “Estamos tornando o mais explícito possível o escambo, o troca-troca, o toma-lá-dá-cá que a República vivenciou nos últimos anos”, disse o deputado Esperidião Amim (PP-SC).
O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), disse que a maioria dos parlamentares agiu como cúmplices. “Os senhores vão pagar caro por esse voto desastroso para a economia do Brasil. As consequências serão dramáticas”, disse ele.
Dilma
A aprovação da manobra é essencial para que a presidente escape de um possível processo por crime de responsabilidade. No esforço para obter ajuda do Congresso, Dilma se reuniu com líderes da base aliada na segunda e pediu o apoio deles na votação. No mesmo dia, veio à tona um decreto em que ela libera 748.000 reais em emendas parlamentares para cada deputado e senador. Com uma condição: desde que o PLN 36 seja aprovado. Por oficializar o balcão de negócios, a proposta constrangeu os aliados e teve o efeito contrário em alguns casos: deputados e senadores temiam que, dando uma vitória fácil ao governo logo após a chantagem, estariam admitindo que têm um preço.
O texto chegou ao Congresso no dia 11 de novembro e tramitou sob fortes críticas da oposição. O debate sobre o PLN elevou a tensão no Congresso. Na terça, a votação não teve início por causa de um tumulto na galeria do plenário. Um grupo de pessoas que estava no local passou a protestar. Um dos gritos “Vai para Cuba” foi ouvido como “vagabunda” pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que pediu a Renan que liberasse as galerias. Os agentes da Polícia Legislativa chegaram a usar uma arma de choques elétricos. Após uma hora com a sessão parada, Renan Calheiros encerrou os trabalhos, que foram retomados na manhã desta quarta.
Fonte: Veja

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

AIDS E ESQUECIDA E SOBE O NUMERO DE INFECTADOS, E PREOCUPA MÉDICOS

Casos de Aids entre jovens aumentam mais de 50% em 6 anos no Brasil

Imagem: DivulgaçãoNo Dia Mundial de Luta Contra a Aids, um dado chocante vem preocupando médicos de todo Brasil, o aumento de mais de 50% dos casos da doença em seis anos. “O principal motivo é o comportamento sexual dos jovens. Acham que hoje ninguém mais morre de Aids, que se pegar o vírus é só tomar remédio e está tudo bem. Está tudo bem, não. É uma doença grave. Vai ter que tomar remédio a vida inteira. A Aids é uma doença grave, que causa sofrimento e não tem cura”, alerta o doutor Dráuzio Varella.
Desde 2006, os casos de Aids nos jovens entre 15 e 24 anos aumentaram mais de 50%, o que quer dizer mais jovens soropositivos. No resto do mundo, o número de novos casos de HIV entre os jovens caiu 32% em uma década.
“A taxa de detecção de Aids entre jovens de 15 a 24 anos vem crescendo em uma velocidade bem maior que da população em geral”, diz Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância e Saúde do Ministério da Saúde.
Hoje é possível saber em menos de 20 minutos se você está ou não infectado com o HIV. Um teste rápido, que pode ser feito de graça na rede pública de saúde, disponível para qualquer um. Não precisa marcar hora: é chegar e fazer.
Na última década, 34 mil jovens contraíram o vírus da Aids. Basta um deslize, uma única vez sem preservativo para se contaminar.
“Existe hoje uma falsa sensação de que a Aids está controlada. Que a Aids não existe mais. Porque não estamos mais vendo na mídia grandes ícones falecendo com essa doença”, diz Fernando Ferry, clínico geral especializado em Aids do Hospital Gaffrée Guinle, no Rio de Janeiro.
Na população geral, quatro em cada mil pessoas são portadoras do HIV. Mas entre os jovens gays, esse número é 20 vezes maior: 100 em cada 1.000. Hoje, 150 mil pessoas no Brasil não sabem que têm a doença.
Fonte: G1

ISTO AINDA E O COMEÇO ATE O FIM VAI SER LAVADA MUITA SUGEIRA AINDA

Lava Jato: dinheiro iria para cunhada de tesoureiro do PT

Organograma feito pela Polícia Federal explica a suposta movimentação do dinheiro de Youssef para a empreiteira OAS.
Organograma feito pela Polícia Federal explica a suposta movimentação do dinheiro de Youssef para a empreiteira OAS.
Documentos da operação lava Jato citam a cunhada do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, como suposta destinatária de dinheiro do esquema de corrupção da Petrobras.O jornal da TV Globo, Hora 1,  teve acesso a documentos que mostram uma negociação entre o doleiro Alberto Youssef e um funcionário da empresa OAS, onde o endereço da cunhada de Vaccari aparece como destino de uma entrega.
Segundo a Polícia Federal o funcionário da empresa OAS, José Ricardo Breghirolli, preso na operação, orienta Youssef a levar os valores para um endereço específico, o da cunhada de Vaccari, Marice Correa de Lima. O relatório dá detalhes da negociação.
De acordo com os investigadores, o documento mostra entregas de dinheiro feitas por Youssef em várias cidades do país.
No dia 14 de novembro, data do início da sétima fase da Lava Jato, Marice Correa de Lima foi levada para prestar depoimento na Polícia Federal, em São Paulo. Nele, ela confirma que mora no endereço citado na mensagem do funcionário da OAS para Alberto Youssef. Ela também disse que tem pouco contato com o cunhado, João Vaccari. Diz ainda que desconhece as pessoas citadas pelos investigadores e nega que tenha sido entregue qualquer coisa a ela.
João Vaccari, cunhado de Marice, tem negado qualquer envolvimento com o esquema do doleiro Alberto Youssef e com as irregularidades na Petrobras. Na última sexta-feira, Vaccari foi aplaudido na reunião do diretório do PT, em Fortaleza, quando disse, diante da plateia de membros do partido, que era inocente.
Fonte: G1

EM ENTREVISTA SENADOR AÉCIO NEVES FAZ VARIAS CRITICA AO PT E AO GOVERNO DILMA

Perdi a eleição para uma organização criminosa’, diz Aécio Neves

Imagem: Geraldo Magela/Agência SenadoEm entrevista ao jornalista Roberto D’Ávila, da GloboNews, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), candidato à Presidência derrotado nas eleições de outubro, afirmou que não perdeu nas urnas para um partido político, mas para uma “organização criminosa” existente em empresas apoiadas pelo governo da presidente Dilma Rousseff (PT).
“Na verdade, eu não perdi a eleição para um partido político. Eu perdi a eleição para uma organização criminosa que se instalou no seio de algumas empresas brasileiras patrocinadas por esse grupo político que aí está”, disse o tucano.
Na entrevista, Aécio fez várias outras críticas a Dilma. Ele afirmou que ela se mantém no poder às custas do que classificou como “sordidez” investida contra os oponentes, em especial durante a campanha eleitoral.
“Essa campanha passará para a História. A sordidez, as calúnias, as ofensas, o aparelhamento da máquina pública, a chantagem para com os mais pobres, dizendo que nós terminaríamos com todos os programas sociais. Não só eu fui vítima disso. O Eduardo (Campos) foi vítima disso, a Marina (Silva) foi vítima disso e eu também. Essa sordidez para se manter no poder é uma marca perversa que essa eleição deixará”, disse Aécio a Roberto D’Ávila.
Para o tucano, um ataque em campanha eleitoral, com respeito a determinados limites, “faz parte do jogo”. Ele ressaltou que a disputa entre candidatos deve ser de ideias, não de caráter pessoal. O senador lembrou que os embates com a presidente durante a campanha foram duros:
“Eu tinha que ser firme, mas sempre busquei ser respeitoso. Mas, nesses embates, eu representava o sentimento que eu colhia no dia anterior, ou no mesmo dia de manhã, de uma viagem que eu tinha feito por alguma região do Brasil. Eu passei a ser porta-voz de um sentimento de mudança e também de indignação com tudo isso que aconteceu no Brasil”, afirmou ele.
A comparação do PT com uma organização criminosa feita por Aécio não caiu bem no partido da presidente. O secretário nacional de Comunicação do partido, José Américo, considerou a declaração irresponsável e típica de quem não sabe se conformar com a derrota na eleição. José Américo disse que não viu a entrevista toda, mas vai pedir ao departamento jurídico do PT para analisar se é o caso de buscar alguma ação na Justiça contra o tucano.
“É desagradável. Aécio mostra que não sabe perder. Não é só um problema político, ele está abalado psicologicamente. A derrota em Minas abalou Aécio porque, ao perder no seu estado, perdeu também a corrida dentro do próprio PSDB. Está em desvantagem na sociedade e no PSDB. E aí faz uma acusação irresponsável desse tipo”.
Na mesma entrevista, Aécio alertou para o risco de o Judiciário brasileiro ser politizado pelas indicações que a presidente Dilma fará para tribunais superiores. Ao longo do novo mandato, a petista indicará pelo menos seis dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Isso porque cinco dos atuais ocupantes das cadeiras completarão 70 anos, limite para a aposentadoria compulsória, até 2018. A outra vaga foi aberta em julho deste ano, quando o ministro Joaquim Barbosa pediu aposentadoria.
A presidente Dilma também fará seis nomeações para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) nos próximos quatro anos. O STJ é composto de 33 ministros. Antes de tomar posse, o ministro escolhido precisa passar por sabatina no Senado. Aécio pediu atenção aos parlamentares.
“É preciso que o Congresso esteja muito atento às novas indicações, seja para o STJ, seja para o STF. Não podemos permitir que haja qualquer tipo de alinhamento político do Judiciário brasileiro. A sociedade está mais atenta do que nunca para que as nossas instituições sejam preservadas”, disse.
Fonte: O Globo

Segio Lima Artesanato

 
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