sexta-feira, 10 de outubro de 2014

E NOTICIA ESTA AQUI

Sumiço de Kim Jong-un dá origem a rumores sobre golpe

Ditador da Coreia do Norte não aparece em público há mais de um mês
Ditador da Coreia do Norte não aparece em público há mais de um mês
Quando as aparições públicas são uma das principais ferramentas da máquina de propaganda, o sumiço da figura mais poderosa do país se torna especialmente notável. Na Coreia do Norte, o desaparecimento de Kim Jong-un, que já dura mais de um mês, alimenta especulações sobre um possível golpe no país mais fechado do mundo.
O último ato público de Kim Jong-un ocorreu em 3 de setembro. Desde então, ele deixou de prestigiar eventos importantes, entre eles uma reunião da Assembleia Suprema do Povo, que reuniu representantes do partido comunista único que comanda o país e militares. Na terça-feira, o ditador perdeu a celebração do 17º aniversário da eleição de seu pai Kim Jong-il como secretário-geral do partido.
A ausência provocou ainda mais estranhamento depois que três nomes fortes do regime norte-coreano fizeram uma visita surpresa ao vizinho do Sul na cerimônia de encerramento dos Jogos Asiáticos, no fim de semana. O trio ainda concordou em retomar o diálogo oficial com a Coreia do Sul. Um dos representantes era Hwang Pyong-so, nomeado recentemente diretor do Escritório Político Geral do Exército, a posição política mais alta na área militar.
Por enquanto, representantes dos Estados Unidos e da Coreia do Sul acreditam que o ditador norte-coreano pode estar doente, mas não veem sinais de golpe. Fato é que rumores sobre golpes são uma constante no regime comunista. “A última vez foi quando todos previram que Kim Jong-un seria deixado de lado por seu tio mais experiente. E veja o que aconteceu com ele”, disse um integrante do governo americano ao jornal The New York Times.
Acusações de que Jang Song Thaek planejava tomar o poder tiveram um desfecho dramático quando o tio e mentor de Kim Jong-un foi executado pelo regime. E, como no totalitarismo não basta fuzilar, é preciso difamar, humilhar e mostrar, Jang ainda foi descrito como traidor e “escória humana desprezível, pior do que um cachorro”.
Nos primeiros dias de reclusão, as suspeitas giravam em torno do estado de saúde do ditador. No final de setembro, uma agência de notícias sul-coreana publicou que o ditador sofre de gota, doença que causa inflamação nas articulações e compromete os movimentos. Pouco depois foi divulgado que ele havia sido submetido a cirurgias nos tornozelos. Em um documentário veiculado no final de setembro, o tirano aparecia mancando em uma visita a uma fábrica. A imprensa oficial norte-coreana limitou-se a dizer que Kim estava sofrendo com um “incômodo”.
Se alguns analistas acreditam que o ditador pode realmente estar apenas se recuperando, há muitos que sugerem que ele tenha perdido poder para integrantes mais experientes do regime, seja por meio de uma revolta planejada ou por um modelo que o mantenha apenas como uma figura de proa. Essa é a aposta do desertor Jang Jin-sung, que atuou na propaganda norte-coreana quando Kim Jong-il estava no poder. “Ele se tornou líder supremo de maneira simbólica. Ele não herdou necessariamente toda lealdade, confiança, conexões, experiência. Ele chegou como um novato e sua posição no sistema não é a mesma”, avaliou Jang, em entrevista à rede americana CNN. Para ele, o poder está nas mãos do Departamento de Organização e Orientação, do qual Hwang faz parte.
Esta sexta-feira pode ser uma oportunidade para acabar com o mistério – ou para aumentá-lo. O aniversário de 69 anos da fundação do Partido dos Trabalhadores (o nome oficial do partido comunista norte-coreano) é uma ocasião propícia para uma aparição pública de Kim Jong-un. Nos últimos dois anos, ele marcou a data com uma visita ao mausoléu em Pyongyang onde ficam os corpos de seu pai e de seu avô.
Se ele estiver se recuperando da cirurgia, é fácil imaginar que a Coreia do Norte não queira divulgar do ditador fragilizado. De qualquer forma, as especulações vão continuar até que ele apareça. “Haverá um momento em que, se Kim ainda não aparecer em público, então poderemos supor que há um problema sério”, disse ao NYT John Delury, especialista em Coreia do Norte da Universidade Yonsei, em Seul. “A questão é saber quanto tempo”.
FONTE VEJA 

TODO CUIDADO AINDA E POUCO

Primeiro suspeito de Ebola no país chega ao Rio de Janeiro

Polícia Federal emitiu documento autorizando a permanência do africano no Brasil até o dia 22 de setembro de 2015
Polícia Federal emitiu documento autorizando a permanência do africano no Brasil até o dia 22 de setembro de 2015
O africano Souleymane Bah, que está com suspeita de ebola, chegou por volta das 6h30 desta sexta-feira (10) na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. O paciente de 47 anos, que é de Guiné, na África Ocidental, chegou em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e foi levado para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que é referência em doenças infecciosas. O homem estava internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) II, no bairro Brasília, em Cascavel, no oeste do Paraná.
Segundo o infectologista Celso Ramos, da Universidade Federal do Rio de janeiro (UFRJ), apesar de a doença não ter sido confirmada, cuidados com o isolamento do paciente e da equipe que cuida da sua transferência são fundamentais porque a transmissão do ebola se dá, principalmente, pelo contato pessoal.
“Como é uma doença que tem uma letalidade de 50%, são necessárias precauções especiais. A ambulância está, digamos assim, envelopada. É uma ambulância que está designada pela secretaria de Saúde para isso há algum tempo. A equipe está sendo trinada diariamente e está com equipamento de proteção individual”, explicou o infectologista.
O africano veio para o Brasil na condição de refugiado e, de acordo com o documento expedido pela Coordenação Geral de Polícia de Imigração, ele pode permanecer no país até o dia 22 de setembro de 2015.
De acordo com o Ministério da Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, a UPA Brasília recebeu o paciente classificado como suspeito de infecção por ebola na quinta-feira (9). O homem, que chegou ao Brasil no dia 19 de setembro vindo da Guiné, com escala em Marrocos, relatou na UPA que na quarta (8) e na manhã desta quinta teve febre.
Até o início da noite de quinta, o africano estava subfebril e não tinha hemorragia, vômitos ou outros sintomas e permanecia em bom estado geral. Apesar disso, ele será mantido em isolamento total até que o diagnóstico seja confirmado. “A doença pelo vírus ebola no começo tem uma manifestação clínica muito inespecífica, ela pode ser qualquer coisa, pode ser uma gripe e não dá para correr o risco”, explicou o infectologista.
O ministério da Saúde destacou que, por estar no 21º dia, limite máximo para o período de incubação da doença, o caso foi considerado suspeito, de acordo com os protocolos internacionais para o ebola. A Guiné é um dos três países que concentram o surto da doença na África.
O ebola só é transmitido por meio do contato com o sangue, tecidos ou fluidos corporais de doentes, ou pelo contato com superfícies e objetos contaminados. O vírus somente é transmitido quando surgem os sintomas.
Nesta sexta, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, que coordena a ação nacional, e o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, falarão sobre o caso no Ministério da Saúde.
Fonte: G1

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

JÁ COMEÇOU A GUERRA PELO PODER ,QUEM SERA PRESIDENTE DO BRASIL?

'Comparações com governo FHC precisam ser mais honestas'Futuro ministro da Fazenda de um possível governo de Aécio Neves, Armínio Fraga se defende de acusações do PT sobre a gestão econômica nos anos FHC e pede um debate mais transparente durante a campanha

Ana Clara Costa
O ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga
Armínio Fraga: 'Investimento travado, inflação alta e um quadro fiscal muito preocupante' (Gabriela Biló/Futura Press)
Mal começou a segunda fase da corrida presidencial e a artilharia petista já se empenha em desconstruir os feitos do governo Fernando Henrique Cardoso (FHC) para atacar a campanha de Aécio Neves. A retórica dos "fantasmas do passado" tem sido usada para assustar eleitores. Dilma Rousseff cita os juros altos da época e a taxa de desemprego como tática de guerra, sem explicar que tais medidas foram necessárias para que o país recuperasse a estabilidade. Nesta quarta, em Teresina, a candidata chegou a dizer à população da capital piauiense que o PSDB "despreza o Nordeste". Segundo Armínio Fraga, que pilota a equipe econômica da campanha de Aécio e será o ministro da Fazenda caso o tucano vença, as comparações precisam ser contextualizadas. "É natural que, passados 12 anos, muita coisa tenha melhorado no Brasil, como resultado do controle da inflação e da estabilidade. É preciso ser cuidadoso na hora de comparar", afirmou o economista em entrevista ao site de VEJA. Segundo Fraga, que foi presidente do Banco Central de 1999 a 2002, a alta dos juros era a única forma de permitir o controle da inflação após a flutuação cambial colocada em prática em 1999. Após os ajustes, a economia retomou a trajetória de crescimento. "Apresentadas fora de contexto, as informações não fazem jus ao desafio que se enfrentou anos atrás. Fernando Henrique assumiu o país com hiperinflação, moratória, onde um telefone custava o equivalente a 30 mil reais. E entregou a Lula um país com inflação controlada, um país estável", diz. Leia trechos da entrevista. 
O debate econômico é de extrema importância nestas eleições. Mas, de certa forma, o eleitor médio nem sempre entende as informações que são apresentadas. Como o PSDB tem feito para se comunicar com esse eleitor sobre os problemas econômicos que o Brasil enfrenta?
O brasileiro está percebendo aos poucos o que está acontecendo. É da natureza do modelo populista que as interferências na economia demorem um tempo até serem percebidas. E as pessoas já estão sentindo a inflação pesar no bolso, as coisas estão mais caras, o orçamento está mais apertado e, para muita gente, pagar o crediário tem sido um desafio. Na outra ponta, o emprego já não é mais o mesmo, a indústria está cortando vagas e a população está vendo isso. Há uma percepção clara de que as coisas não estão bem.
Uma das principais reclamações dos empresários em relação ao governo Dilma é a mudança de regras. Se Aécio Neves ganhar, abandonar de imediato as políticas de intervencionismo significa mudar novamente as regras. Como conduzir isso sem maiores estragos?
A base de tudo é a clareza e a transparência, algo que não vemos hoje. O problema não são as regras, mas a forma como são impostas. O que atrapalha é quando a mudança é arbitrária, aleatória, feita de acordo com o ponto de vista de um indivíduo ou de um setor. Em infraestrutura, por exemplo, os investimentos estão travados. Dar clareza para esse investidor em relação às condições de investimento e sobre como o governo vai cumprir sua parte é primordial. A infraestrutura depende, em muitos aspectos, do governo. Não se pode ignorar isso. Para que o dinheiro volte a entrar no setor, é preciso mudar todo o regime, não apenas regras. É preciso que o investidor confie novamente.
O setor elétrico foi alvo de muitas mudanças regulatórias que impactaram a saúde das empresas, em especial as distribuidoras de energia. Agora, o contribuinte paga a conta. Num possível governo de Aécio Neves, como recuperar o equilíbrio?
O setor elétrico será prioridade no primeiro ano e requer urgência. O investimento em energia está atrasado e defasado. Não adianta dizer que o problema é apenas falta de chuva, se o investimento que precisava ser feito não aconteceu. O Brasil foi pego desguarnecido pela estiagem. E esse é um problema criado pelo governo. O que “aliviou” um pouco a pressão sobre o setor foi o baixo crescimento. Uma constatação triste, dado o potencial do país.
O senhor tem prometido conduzir a recomposição da meta fiscal e a queda da inflação ainda em 2015, em caso de vitória. É possível cumprir um prazo tão curto?
Não só é possível, como faremos isso. Muita coisa tem de ser corrigida e eu penso que uma resposta a esse quadro de inflação alta e crescimento baixíssimo exige mais do que um acerto macroeconômico. Também será preciso conduzir a agenda estrutural microeconômica o mais rápido possível. E é possível porque não pretendo fazer tudo sozinho. Há pessoas engajadas cuidando de diversas áreas. Se não for assim, não se conduz a economia de um país.
A reforma tributária com criação do imposto único (o IVA) também em 2015 seria uma hipótese viável?
A reforma tributária vai ter como foco com os impostos indiretos, como ICMS, IPI e PIS-Cofins, e será apresentada logo no início. Estamos trabalhando precisamente nisso. Ela tem algumas etapas que podem ser postas em prática antes de outras. É difícil estimar um prazo exato para se chegar ao fim da linha com o IVA. Mas isso deve ser concluído num prazo de um a dois anos. Talvez mais para dois.
Colocar em prática essa reforma logo no primeiro ano de governo, ao mesmo tempo em que se pretende recompor a política fiscal, não é missão impossível? Afinal, a reforma pode impactar a arrecadação.
Não acho, porque nós não esperamos impacto negativo. Esperamos um impacto inicial neutro, mas que a arrecadação rapidamente se recupere e melhore com a queda na incerteza dos empresários em relação à economia. Em especial, os empresários brasileiros.
O PT já sinalizou que vai usar o desempenho da economia durante o governo FHC para atingir Aécio. Trata-se de um período de taxa de juros e de desemprego mais altas. Qual será a contra-artilharia?
Primeiramente, é preciso olhar as coisas em seu devido contexto.  É muito natural que, passados 12 anos, muita coisa tenha melhorado no Brasil, como resultado do controle da inflação. É preciso ser cuidadoso na hora de comparar isso. O caso dos juros é um ótimo exemplo. No início de 1999, a taxa de câmbio flutuou aqui no Brasil e criou-se um grande receio de que a inflação voltaria. E fez parte do processo de estabilização lidar com a flutuação do câmbio. Sabia-se, no início, que o trabalho de estabilização não terminaria da noite para o dia. Sabia-se naquele momento que a expectativa de inflação estava desgovernada, entre 20% e 50% ao ano. Havia uma expectativa de que o PIB cairia 4%. Nós tomamos as providências que hoje são bem conhecidas e, no fim, houve crescimento positivo no PIB naquele ano. A inflação encerrou em 9%, bem abaixo das expectativas. Preservaram-se os ganhos do Plano Real e se evitou a indexação. Apresentadas fora de contexto, as informações não fazem jus ao desafio que se enfrentou anos atrás. Fernando Henrique assumiu o país com hiperinflação, moratória, onde um telefone custava o equivalente a 30 mil reais. E entregou a Lula um país com inflação controlada, um país estável. Eu acho sempre bom trazer o exemplo daquela época de maneira honesta. Isso enriquece o debate. Mas, mais importante que isso é se perguntar onde o país está, quais são as perspectivas e o que será feito no ano que vem pra melhorar um quadro econômico que já é bastante desolador. O investimento está travado, a inflação está alta, apesar de todos os controles. Há um quadro fiscal extremamente preocupante, um potencial de crescimento em tendência de queda, recessão técnica. Ou seja, a economia precisa ser debatida e entendida.
Em campanha, o governo insiste que a culpa é da crise internacional.
Fica difícil provar isso quando se analisa as perspectivas mais recentes. O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que o crescimento global este ano será de 3%, e o do Brasil, quase zero. Na América Latina, durante os últimos quatro anos, o crescimento está dois pontos porcentuais acima do Brasil. E olha que na região há Venezuela e Argentina, o que não é exatamente um parâmetro muito exigente. E o Brasil está parado.
O senhor está preparado para ser alvo da campanha adversária?
Eu acho que é do jogo, desde que as declarações sejam verdadeiras. O que tem acontecido comigo é que eles têm citado declarações que eu não fiz. Aí já acho uma coisa mais complicada. E a outra coisa que precisa ser esclarecida é o contexto das comparações. É obrigação de qualquer governo deixar as coisas melhores do que ele encontrou. Então, a comparação com 12 anos atrás precisa ser feita com certo cuidado. Mas já se espera que a discussão descambe para o lado contrário ao debate. A esperança é que, no fim, como dizem os antigos, a mentira tem perna curta.


Num período de ajuste fiscal, é possível manter e ampliar a inclusão social?
É essencial que se mantenha a responsabilidade fiscal e que o país cresça para que se possa ampliar as políticas de inclusão. Essa é a base do problema hoje. As políticas sociais nas mãos de um governo que faz a economia crescer serão melhores e mais amplas. Para se ter uma ideia, o crescimento dos gastos sociais nos governos Itamar Franco, FHC e Lula foi de cerca de 1,5 ponto porcentual do PIB em cada um. No governo Dilma, foi de 1 ponto porcentual. É um exemplo claro de como o baixo crescimento impacta as políticas de inclusão
.fonte veja 

terça-feira, 7 de outubro de 2014

O BRASIL PARA CRESCER NÃO PODE COCHILAR

FMI prevê 2º menor crescimento para o Brasil desde 1998

De uma alta de 1,3% no relatório de julho, FMI reduz para avanço de 0,3%. Resultado reflete o investimento fraco e uma moderação no consumo
De uma alta de 1,3% no relatório de julho, FMI reduz para avanço de 0,3%. Resultado reflete o investimento fraco e uma moderação no consumo
Pela sexta vez seguida, o Fundo Monetário Internacional reduziu sua previsão de crescimento da economia brasileira neste ano. De uma expansão de 1,3%, de acordo com a projeção mais recente, de julho, o fundo cortou para uma alta de 0,3% no relatório divulgado nesta terça-feira (7).
Se a previsão for confirmada, será o segundo pior resultado desde 1998, quando a economia não registrou crescimento. O fraco desempenho previsto para este ano só será melhor que a queda de 0,3% registrada em 2009.
No segundo trimestre deste ano, a economia brasileira encolheu 0,6%, depois de recuar 0,2% nos três meses anteriores. Com a sequência de dois trimestres seguidos de resultado negativo, configura-se um quadro que os economistas chamam de recessão técnica.
Quando divulgou suas primeiras previsões para o crescimento de 2014, em abril do ano passado, o FMI esperava uma expansão de 4% (veja no gráfico acima).
“No Brasil, o PIB se contraiu no primeiro semestre do ano, refletindo o investimento fraco e uma moderação no consumo, devido a condições financeiras ‘mais apertadas’, à fraqueza continuada nos negócios e à confiança do consumidor. Esses fatores, juntamente com a fraqueza da competitividade, deverão manter o crescimento moderado na maior parte da 2014″, afirma o FMI, em relatório.
Para o governo brasileiro, o PIB deverá crescer 0,9% neste ano, taxa acima da prevista peloseconomistas do mercado financeiro do país, de 0,24%.
Para 2015, a previsão do FMI também foi revisada para baixo, de um crescimento de 2% para uma expansão de 1,4%.
Outros países
Entre os países que estão no relatório, Estados Unidos, Espanha, Canadá e Índia tiveram suas perspectivas revistas para cima em relação às estimativas feitas em julho. Já a previsão para o crescimento da economia mundial em 2014 caiu, de 3,4% para 3,3%.
“A atividade econômica mundial, no primeiro semestre de 2014, foi mais fraca que o esperado, refletindo uma série de surpresas negativas, incluindo um inverno rigoroso e uma nítida correção de estoques no primeiro trimestre nos Estados Unidos, os conflitos na região da Rússia e Ucrânia e um crescimento mais lento na América Latina.”
De acordo com o relatório do FMI, após uma forte recuperação diante da crise global financeira, o crescimento global vem diminuindo a cada ano entre 2010 e 2013, de 5,4% para 3,3%. “A desaceleração foi parcialmente impulsionada por novos choques, tais como a crise da zona do euro”.
fonte: G1

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

NA MINHA OPINIÃO AÉCIO SERA COM 57% DOS VOTOS O NOVO PRESIDENTE DO BRASIL

NA MINHA OPINIÃO AÉCIO TERÁ 57% DOS VOTOS NO SEGUNDO TURNO JÁ QUE QUEM VOTOU NA MARINA E MUITO CONTRA O PT DE DILMA ,E SABEMOS QUE 90% DOS ELEITORES SÃO EVANGÉLICOS E NÃO CONCORDA COM O JEITO DO PT GOVERNAR COM CORRUPÇÃO E MENTIRA PARA CONTINUAR NO PODER, COM ISSO A CANDIDATA FICARA COM OS MESMO ELEITORES DO PRIMEIRO TURNO E A MIGRAÇÃO DE MARINA SERA QUASE TOTAL PARA O CANDIDATO QUE CONSEGUIU A SIMPATIA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA.

domingo, 5 de outubro de 2014

O CANDIDATO AÉCIO TEM TUDO PARA SER O PRESIDENTE DO BRASIL


  1. Blogs e Colunistas
  2. Geraldo Samor
  3. VEJA Mercados
  4. Notícias, análise e opinião sobre as empresas que fazem a Bolsa.

  5. 05/10/2014


  1.  às 20:48 \ Bolsas de valoresFluxo para Bolsa
  2. Votação de Aécio puxará a Bovespa
  3. A Bovespa deve abrir em forte alta nesta segunda-feira depois de Aécio Neves ter tido uma votação dramaticamente melhor do que o esperado no primeiro turno.
  4. Vários investidores — incluindo grandes nomes do mercado — haviam jogado a toalha na última semana em face à força que a Presidente Dilma Rousseff mostrava nas pesquisas.
  5. Aécio Neves
  6. Vai ser uma segunda-feira de arrependimento para eles — e de ânimo redobrado para os investidores que querem mudanças na economia, principalmente um maior combate à inflação, gastos públicos mais disciplinados, e a retomada de uma agenda de reformas.
  7. “A Bolsa estava precificando a possibilidade de nem haver segundo turno,” diz um gestor do Rio. “Agora as probabilidades do resultado final são outras.”
  8. “Os gestores brasileiros erraram feio a leitura do fenômeno Marina,” disse o gestor de um fundo sediado em Nova York que viaja ao Brasil com frequência.
  9. A mesma reação da Bovespa deve acontecer no câmbio: o real deve avançar contra o dólar nesta segunda, devolvendo parte dos ganhos da semana passada, quando o dólar chegou a 2,50.
  10. Todas as atenções das mesas de operação estarão voltadas para a decisão de Marina Silva de declarar (ou não) apoio a Aécio. Mas as próximas semanas prometem ser voláteis. Depois de uma segunda-feira marcada pela euforia, o mercado deve colocar no preço o “choque de realidade” de que Aécio ainda tem muito trabalho a fazer antes de conseguir a vitória que realmente importa.
  11. Foi um domingo eivado de simbolismo. O eleitor reduziu a estatura do PT nacional e tirou a família Sarney do poder no Maranhão depois de cinco décadas, mas, na matemática do mercado, o dia pode ser resumido assim: apenas sete pontos percentuais separam Arminio Fraga da cadeira de Ministro da Fazenda.
  12. Por Geraldo Samor
fonte veja 

Segio Lima Artesanato

 
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