segunda-feira, 1 de julho de 2013
O BRASIL GANHA NOS BRASILEIROS QUEREMOS GANHAR TAMBEM
Um país que ama o futebol, nesta final contra a Espanha que
o Brasil ganhou de 3x0 nos ficamos
orgulhosos com a seleção sim ,mas não vamos perder o foco que o Brasil esta
passando por um período de renovação, estamos gritando nas ruas por melhorias
na saúde que esta um caos, pessoas morrendo nas recepções dos hospitais sem
atendimento ,a segurança esta cada dia pior, a população está pedindo a maioridade
penal mas,meia dúzias de políticos querem ser mais do que milhões de
brasileiros gritando por mudanças ,a educação no Brasil para os pobres não existe
é de uma má qualidade total, crianças finge que aprende e professores finge que
ensina, sem ter material não pode dar um ensino de qualidade, são maus pagos e são
desrespeitados pelos governos federal, estadual e municipal os professores sofrem,
mas estão com as mãos amaradas num Brasil que gasta milhões de reais em estádios
de futebol é lindo, mas lindo seria hospitais de qualidades, educação e
segurança de primeira, ou se fosse tudo
no padrão FIFA muito dinheiro e conforto e segurança e o que se via nos arredores
dos estádios nos dias de jogos policiais rodearam o hotel que estava
representantes da FIFA ai sim ,mas a realidade e outra infelizmente os
brasileiros não tem o nome de FIFA só resta para nos continuarmos na luta
contra a corrupção daqueles que deveriam ser o exemplo,
Mas não é, são os primeiros a roubar dinheiro da população, mas minha esperança e que isso vai mudar e um dia vou ver esses algemados entrando numa prisão e o país vai ser um País, mas alegre não só com a seleção, mas em todo o território nacional
Mas não é, são os primeiros a roubar dinheiro da população, mas minha esperança e que isso vai mudar e um dia vou ver esses algemados entrando numa prisão e o país vai ser um País, mas alegre não só com a seleção, mas em todo o território nacional
sábado, 15 de junho de 2013
O POVO ESTA ACORDANDO CHEGA DE MENTIRAS
O Brasil da desigualdade social
Um País que prefere gastar
milhões em estádios de futebol com dinheiro do povo, para as alegrias de poucos,
que iram conseguir entra para ver os jogos.
A imprensa com um
cooperativismo grande olhando só o retorno de audiência colocando do melhor,
para mostrar para o mundo que e capas, que somos o País do futebol, mas certo e
enquanto pessoas querem se mostrar para o mundo, através da copa do mundo de
futebol esquecem de mostrar a realidade
que estamos vivendo, a saúde esta um
caus.A segurança esta cada dia perdendo
força, policiais com salários baixos
muitos desanimados da profissão, muitos lugares sem condições nenhuma
para trabalharem .A educação esta a beira da ruína, professores mal pagos e sem
o direito de lutar por um salário melhor,muitos também não tem condições
mínimas para poder ensinar ,um País que fala que esta dando moradia, mentira
sem tamanho, aonde o pobre para conseguir sair do aluguel tem que ganhar no
mínimo $ 1.900 reais não pode ter
nenhuma conta pendente, esse valor e para uma casa de $90.000 mil reais, mas
para isso tem que dar de entrada $30.000 mil reais, como que uma pessoa que
esta pagando aluguel e etc., vai juntar tudo isso.Com isso nos temos certeza o País
tem que melhorar para bater no peito e dizer estamos em faze de crescimento e
chegando no primeiro mundo é fácil para os governante , eu e os milhões de
brasileiros que dependemos da saúde publica, sabemos o que e a realidade,chegar
de madrugada com sereno na cabeça das crianças, pessoas idosas, muitos quase
desmaiando e muitos morrendo na salas de esperas dos hospitais, muitos
esperando um especialista e não chega a tempo para ajudar e morre { eu cheguei
as 5.30 da manha com minha esposa precisando de fazer cirurgia de vesícula com
exame e cartas de medico, dizendo que era urgente tivemos que retornar para
casa para marcar novos exames e depois marcar de novo a consulta com cirurgião,
tendo a prova tudo na Mao, que País e esse }
pobre e humilhado, não tem direito de reclamar, tudo e culpa do sistema .Ate
quando vamos viver num conto de fadas, mostrar um País mil maravilhas ao ponto
de outros países pedir dinheiro emprestado , mas incrível que para se mostrar,
a mídia faz uma propaganda grande para empresários e medalhões ficarem feliz,
mas nós brasileiros que estamos sofrendo humilhações, índios sendo assassinados
querendo seus direitos, pessoas morando em áreas de riscos, olhando para o céu
e já imaginando quando vai ser a próxima chuva, para uma nova tragédia chegar. Através
de mentira o povo esta acordando no Brasil da desigualdade social, o povo está
se organizando, políticos acordem, chega de fantasias, o povo esta só
observando, quem esta a favor ou contra eles, os políticos que pensam só neles
a população vai tirar.Nós queremos políticos que pensam junto com o povo
exemplo: SAÚDE ,SEGURANÇA ,EDUCAÇÃO ,MORADIA DIGNA ,MAIS RESPEITO .só assim
teremos um País de primeiro mundo.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
O POVO BRASILEIRO QUEREM MUDANÇAS SÓ OS POLÍTICOS NÃO ENXERGAM
Bens públicos foram
depredados nos primeiros protestos em SP
Cidade já teve quatro dias de manifestações contra
aumento da passagem.
1º dia teve depredação; 4º dia teve reação da PM com balas e bombas.
1º dia teve depredação; 4º dia teve reação da PM com balas e bombas.
As manifestações em São Paulo começaram na quinta-feira (6), quatro dias
após o anúncio do aumento do valor da passagem de ônibus, de R$ 3,00 e R$ 3,20.
Os primeiros dias foram marcados por atos de vandalismo contra estações do
metrô, ônibus e bases móveis da polícia. Já no quarto dia, nesta quinta-feira
(13), o ato foi marcado por uma reação enérgica dos policiais.
1º dia
Os protestos da quinta-feira da semana passada (6) tiveram cenas de vandalismo contra as estações Brigadeiro, Trianon e Vergueiro do Metrô, além do Shopping Paulista, bases móveis da PM, bares e bancas de jornais da região. No primeiro dia de protestos, 12 ônibus foram depredados e outros 53 foram pichados, segundo a SP Trans. A Avenida Paulista chegou a ser bloqueada por manifestantes que atearam fogo em sacos de lixo.
Os protestos da quinta-feira da semana passada (6) tiveram cenas de vandalismo contra as estações Brigadeiro, Trianon e Vergueiro do Metrô, além do Shopping Paulista, bases móveis da PM, bares e bancas de jornais da região. No primeiro dia de protestos, 12 ônibus foram depredados e outros 53 foram pichados, segundo a SP Trans. A Avenida Paulista chegou a ser bloqueada por manifestantes que atearam fogo em sacos de lixo.
2º dia
Na sexta-feira (7), integrantes do Movimento Passe Livre se reuniu no Largo da Batata, em Pinheiros, na Zona Oeste, e seguiram em passeata em direção à Marginal Pinheiros.
Na sexta-feira (7), integrantes do Movimento Passe Livre se reuniu no Largo da Batata, em Pinheiros, na Zona Oeste, e seguiram em passeata em direção à Marginal Pinheiros.
Durante o tempo que ficaram no largo, o protesto foi pacífico e
acompanhado por esquema policial. Mas o clima esquentou quando o grupo chegou à
Marginal Pinheiros. O trânsito em São Paulo ficou caótico. O congestionamento
na cidade passou dos 200 km. A Tropa de Choque usou bombas de gás lacrimogêneo
e evitaram que manifestantes entrassem na Estação Faria Lima do Metrô. Os
manifestantes negociaram com a polícia a ida até a Avenida Paulista. O protesto
terminou no vão livre do Masp.
3º dia
Na terça-feira (11), manifestantes quebraram ônibus, agências bancárias e uma estação do Metrô e picharam veículos e prédios públicos. Houve confronto com a polícia, que utilizou balas de borracha, bombas de gás lacrimogêneo e gás pimenta.
Na terça-feira (11), manifestantes quebraram ônibus, agências bancárias e uma estação do Metrô e picharam veículos e prédios públicos. Houve confronto com a polícia, que utilizou balas de borracha, bombas de gás lacrimogêneo e gás pimenta.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, 20 pessoas foram presas,
incluindo jornalistas. A fiança foi arbitrada em R$ 20 mil para cada um dos
presos. Ao menos dois PMs ficaram feridos, de acordo com a SSP. Outras duas
pessoas foram atropeladas por um automóvel que forçou a passagem após o
bloqueio de uma das vias. O atropelador fugiu.
4º dia
Nesta quinta-feira (13), os confrontos foram marcados uma ação enérgica da polícia, com tiros de bala de borracha, uso de gás de pimenta e muitas bombas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes que tentavam seguir do Theatro Municipal até a Avenida Paulista. A polícia argumentou que havia um acordo para a passeata não ir para a Paulista.
Nesta quinta-feira (13), os confrontos foram marcados uma ação enérgica da polícia, com tiros de bala de borracha, uso de gás de pimenta e muitas bombas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes que tentavam seguir do Theatro Municipal até a Avenida Paulista. A polícia argumentou que havia um acordo para a passeata não ir para a Paulista.
Manifestantes deixaram a área do Theatro Municipal, passaram pela Praça
da República e seguiam pela Rua da Consolação, quando, às 19h10, foram barrados
por policiais na Consolação, perto da esquina com a Rua Maria Antônia.
Enquanto policiais que participavam do bloqueio conversavam com os
manifestantes, outros policiais chegaram e reprimiram a manifestação.
A reação da polícia foi mais enérgica do que nos três dias anteriores, e
desta vez não foram registradas cenas de vandalismo dos manifestantes como no
primeiro e no terceiro dia de protestos. Mais de 200 pessoas foram detidas.
Segundo a PM, mais de 5.500 manifestantes participaram do ato. Muitos
manifestantes ficaram feridos.
terça-feira, 4 de junho de 2013
ÍNDIOS SÃO TRATADOS COMO BANDIDOS NO BRASIL MAS SÓ QUEREM SER RESPEITADOS
Índios bloqueiam rodovias para pedir demarcações no RS
03 de junho de 2013 | 18h 00
Índios de tribos caingangues que
reivindicam a demarcação de terras bloquearam três rodovias do norte do Rio
Grande do Sul nesta segunda-feira. Em Mato Castelhano um grupo ocupou a pista
da BR-285 interrompendo o tráfego entre duas importantes cidades da região,
Passo Fundo e Lagoa Vermelha. Na RSC-480, a manifestação ocorreu em um trecho
entre as sedes municipais de São Valentim e Erval Grande. A estrada é via de
acesso para as cidades de Erechim, no Rio Grande do Sul, e Chapecó, em Santa
Catarina. Na ERS-343, o protesto trancou a passagem de veículos entre Sananduva
e Cacique Doble.
Nos três casos, o bloqueio não foi ininterrupto. De tempos em tempos,
entre às 8 horas e as às 17 horas, os índios retiravam os pedaços de madeira e
máquinas da pista, liberando a passagem dos veículos e, logo depois, voltavam a
trancá-la. Na região há dez terras indígenas demarcadas e oito em estudo ou
declaradas. Os manifestantes discordam da recente decisão governamental que,
após pressão de produtores rurais, suspendeu os processos de demarcação da
Fundação Nacional do Índio (Funai) para consultas a outros órgãos da
administração federal, como o Ministério da Agricultura, o Instituto Nacional
de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Embrapa.
Os indígenas que ocupam a Fazenda
Buriti, em Sidrolândia (MS), foram notificados nesta segunda-feira da decisão
da juíza federal Raquel Domingues do Amaral, que dá prazo de 48 horas para que
saiam da propriedade. A decisão foi tomada neste domingo, 2, mas, de acordo com
o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), passa a valer a partir do momento em
que os ocupantes recebem o ofício com o teor da liminar.
"Em princípio, as 48 horas
vencem depois de amanhã, na quarta-feira (5)", disse o coordenador do Cimi
em Mato Grosso do Sul, Flávio Machado. O clima é tenso no Estado e a comunidade
indígena está revoltada com a morte de Oziel Gabriel, de 35 anos. O corpo do
terena foi enterrado nesta segunda-feira. Neste sábado, 1, o corpo passou por
exame necroscópico.
Segundo a determinação judicial, caso
a retirada não seja cumprida no prazo estipulado, o governo federal estará
sujeito a multa diária de R$ 1 milhão e a Fundação Nacional do Índio (Funai)
pode ser punida em R$ 250 mil por dia. O mesmo valor de multa está previsto
para os líderes dos índios que mantiverem a ocupação. Sobre o envio de tropas
da Polícia Federal (PF) para qualquer ação de reintegração, Machado sustentou
que "não há nenhuma movimentação nesse sentido e a decisão foi clara e não
ordenou PF lá". "Definiram multa diária para a Funai e União",
afirmou.
Lesão
corporal
Índios
da etnia terena feridos durante confronto com a polícia na quinta-feira, 30, na
ação de reintegração de posse da Fazenda Buriti passariam ainda nesta segunda
por exame de lesão corporal. Peritos da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul
estão em Sidrolândia e o objetivo é verificar o tipo de instrumento usado nos
ferimentos, como arma de fogo, faca ou outros. O mesmo exame mostra também a
gravidade da lesão. A polícia não revelou quantos terenas passarão pelo corpo de
delito, mas levantamento realizado pelo Cimi indica que 26 indígenas devem ser
submetidos ao exame. Ao todo, 32 ficaram feridos no dia da reintegração de
posse, mas seis foram detidos pela PF no confronto e passaram pela verificação.
Minha
reflexão
Um pais que não respeita os índios, que só querem suas terras de direito. Não precisava matar o índio, ele estava só pedindo o que já e seu de direito, mas nos brasileiros estamos acostumados com essas situações, os poderosos por causa de campo de futebol colocam famílias inteiras na rua. Os índios para eles e só mais uma pedra no sapato.
Falam para o mundo, que no Brasil esta tudo mil maravilha,
ÍNDIOS MORRENDO, A SAÚDE PUBLICA ESTA UM CAUS, ENCHEM A BOCA PARA DIZER QUE POBRE TEM CASA PRÓPRIA,
MAIS É UMA MENTIRA ,MÉDICOS ESTÃO FAZENDO GREVE PARA TENTAR MELHORAR AS
CONDIÇÕES DE TRABALHOS , A SEGURANÇA, O MUNDO JÁ SABE ATRAVÉS DE NOTICIAS ,ESTA
UMA CALAMIDADE,eu sou testemunha viva do
sistema, estou esperando um especialista medico, Para uma consulta, mas não tem
nem previsão ,sou mais uma vitima das mentiras vendidas para o mundo, que pais
e esse de desigualdade social, para os ricos e os medalhões da política o céu
esta sempre azul, mas para o pobre esta sempre escuro e sem solução, chega de
mentira.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
BRASILEIROS ESTÃO CANSADOS DA VIOLÊNCIA PRATICADO POR MENORES INFRATORES
Governo Dilma é contra redução da maioridade penal
Ministro-chefe da
Secretaria Geral da Presidência Gilberto Carvalho se posicionou contra
iniciativa de Geraldo Alckmin de pedir alteração do Estatuto da Criança e do
Adolescente
Agência Estado | 13/04/2013 13:19
Após o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin
(PSDB), anunciar que pretende levar a Brasília na
próxima semana projeto de lei para alterar o Estatuto da Criança e do
Adolescente (ECA) e tornar mais rígidas as punições a
infratores com idade abaixo de 18 anos, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da
Presidência da República, Gilberto Carvalho, reiterou nesta sexta-feira que o
Palácio do Planalto é contra a redução da maioridade penal.
Leia:
Vice-presidente Michel Temer é contra redução da maioridade penal
Ministro da Justiça diz ser contra redução da maioridade penal
Irmã de jovem preso por morte de universitário diz que irmão 'deve pagar'
Universitários fazem protesto contra violência após morte de jovem em SP
Leia:
Vice-presidente Michel Temer é contra redução da maioridade penal
Ministro da Justiça diz ser contra redução da maioridade penal
Irmã de jovem preso por morte de universitário diz que irmão 'deve pagar'
Universitários fazem protesto contra violência após morte de jovem em SP
"É necessário que os
governantes tenham muita maturidade naquilo que falam, que propõem, em uma hora
como esta. É uma situação muito mais complexa do que simplesmente ficar mexendo
na questão da idade penal", disse Carvalho.
O anúncio do governador foi feito após a morte de Victor Hugo Deppman , de 19 anos, em São Paulo. O
suspeito de matá-lo, um jovem que completou 18 anos nesta sexta-feira, já tinha
passagem pela Fundação Casa.
"Reduzir a maioridade é uma lógica que não tem sentido, porque se hoje a gente diz que as quadrilhas usam meninos de 16, 17 anos, daqui a pouco vai ser o de 12, o de 10. Temos de atacar a causa, que é uma questão histórica da exclusão, a falta de oportunidades, a discriminação da juventude negra", afirmou Carvalho.
No Rio, o vice-presidente, Michel Temer, também defendeu opinião semelhante. "Ainda hoje eu vi um argumento que diz 'reduz para 16'. Mas e daí? O sujeito tem 15 anos e meio e comete um crime. O que você faz? Reduz para 15? Não sei se é por aí."
Já o ex-governador José Serra saiu em defesa da proposta de Alckmin. Ele lembrou que quando era governador conseguiu impedir que Roberto Aparecido Alves Cardoso, o Champinha, acusado de matar Liana Friedebach e seu namorado, em 2003, fosse solto depois de três anos de internação (limite do ECA), usando a possibilidade de levá-lo para uma Unidade Experimental de Saúde. "Criamos até um instituto específico, uma coisa que sai caro, para poder manter aquele facínora preso."
E Alckmin voltou a defender nesta sexta-feira que o prazo de detenção dos jovens infratores seja maior - ele pretende aumentar o prazo para oito ou até dez anos (reincidentes). O governador também quer que, ao completar 18 anos, o adolescente "seja encaminhado para o sistema prisional". "Levar mais jovens para o tipo de prisão que nós temos hoje é, sabemos, ajudá-lo a aprofundar no crime, não a sair do crime", criticou Carvalho.
No passado, a presidente Dilma Rousseff também se mostrou contrária à possibilidade. "O jovem em situação de carência e de violência, com a prisão, ainda seria cooptado pelo crime organizado." Nesta quinta-feira, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, já havia considerado "inconstitucional" mexer na redução. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
"Reduzir a maioridade é uma lógica que não tem sentido, porque se hoje a gente diz que as quadrilhas usam meninos de 16, 17 anos, daqui a pouco vai ser o de 12, o de 10. Temos de atacar a causa, que é uma questão histórica da exclusão, a falta de oportunidades, a discriminação da juventude negra", afirmou Carvalho.
No Rio, o vice-presidente, Michel Temer, também defendeu opinião semelhante. "Ainda hoje eu vi um argumento que diz 'reduz para 16'. Mas e daí? O sujeito tem 15 anos e meio e comete um crime. O que você faz? Reduz para 15? Não sei se é por aí."
Já o ex-governador José Serra saiu em defesa da proposta de Alckmin. Ele lembrou que quando era governador conseguiu impedir que Roberto Aparecido Alves Cardoso, o Champinha, acusado de matar Liana Friedebach e seu namorado, em 2003, fosse solto depois de três anos de internação (limite do ECA), usando a possibilidade de levá-lo para uma Unidade Experimental de Saúde. "Criamos até um instituto específico, uma coisa que sai caro, para poder manter aquele facínora preso."
E Alckmin voltou a defender nesta sexta-feira que o prazo de detenção dos jovens infratores seja maior - ele pretende aumentar o prazo para oito ou até dez anos (reincidentes). O governador também quer que, ao completar 18 anos, o adolescente "seja encaminhado para o sistema prisional". "Levar mais jovens para o tipo de prisão que nós temos hoje é, sabemos, ajudá-lo a aprofundar no crime, não a sair do crime", criticou Carvalho.
No passado, a presidente Dilma Rousseff também se mostrou contrária à possibilidade. "O jovem em situação de carência e de violência, com a prisão, ainda seria cooptado pelo crime organizado." Nesta quinta-feira, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, já havia considerado "inconstitucional" mexer na redução. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Pensamento da população sobre a maioridade no
Brasil.
Nos brasileiros colocamos os políticos para ser nosso
representante, mas na prática não e bem assim na hora de votar faz nos
sentirmos alguém e que teremos livre acesso para expor nossas idéias
mas como sempre e só um conto de fada a
população nunca teve e nunca terá voz ativa só prestamos para os eleger para
mais nada enquanto meia dúzia de políticos tomam as decisões no lugar de
milhões de brasileiros somos calados ironizados pelas atitudes de pensamentos
que só visam eles mesmos o mais interessante e que a população não tem segurança
particular e nem anda de carro brindado com suas famílias nos que votamos
queremos só mais respeito o governo de são Paulo tem os mesmo pensamento da
população aplausos será que a minoria sempre vai ganhar da maioria da
população ate quando??????????
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