segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

TEMOS QUE CUIDAR MAIS DO PLANETA



As florestas são o habitat mais rico e diversificado do planeta. Entretanto, são elas as maiores vítimas do "progresso" - se assim podemos chamar - do homem.
As florestas tropicais do mundo estão sendo dizimadas a uma velocidade impressionante. Todo ano, 4 a 5 milhões de hectares são completamente destruídos.
Isso significa que, a cada minuto, 12 a 20 hectares desaparecem do mundo diariamente. Além disso, uma espécies animal extinta a cada meia hora.
Isso acontece por causa das necessidades do homem em obter matéria-prima, pensando apenas no benefício imediato que isso lhes trará. Algumas das madeiras de lei fornecidas pelas árvores das florestas têm um valor comercial alto.
Com a tecnologia moderna, nunca foi tão fácil cortar as árvores das florestas. Máquinas pesadas, como tratores e guindastes, são capazes de devastar grandes porções de floresta com muito mais eficiência do que com os antigos machados.
Mas há outras razões por detrás do desmatamento, além da extração de madeira. Os países em desenvolvimento precisam cada vez mais estradas, represas, diques, canais, rede elétrica, tubulações para saneamento. Hoje, em poucos meses, pode-se converter uma grande extensão de floresta em enormes plantações ou fazendas de gado. O desmatamento é também uma forma de se obter espaço, “limpar a terra”, para depois utilizar a mesma para outro fim.
As conseqüências do desmatamento
Pode ser deplorável que as florestas tenham de ser destruídas para ceder lugar ao crescimento e à expansão, tão necessários aos países em desenvolvimento.
Mas, infelizmente, florestas destruídas não significam terras adequadas para atividades agrícolas e pecuárias. Se a terra não for bem manejada, ela pode se tornar infértil rapidamente. Muitas vezes, pela falta de informação do agricultor isso acaba acontecendo, e a terra é abandonada.
Quando convertidas em terras para lavoura, as florestas permanecem férteis por poucos anos. Então, mais áreas de floresta têm de ser destruídas e o processo se repete. Os habitantes das florestas adotam um método agrícola baseado no corte e queima de pequenos trechos da floresta que usam para cultivo temporário.
Hoje, contudo, essa prática está atingindo proporções gigantescas, deixando um rastro de terra estéril, que já não poderá ser utilizada para nada.
A remoção da camada que cobre o solo da floresta pode gerar outros sérios efeitos colaterais. As florestas são diretamente responsáveis pelas chuvas, pois as gigantescas árvores absorvem grande parte da água, devolvendo-a lentamente ao meio ambiente sob forma de umidade. A devastação da floresta, reduzindo a quantidade de chuva na região, pode levar a um processo de desertificação. Desprovido de sua cobertura vegetal, o solo fica mais vulnerável à erosão. Há 40 anos, quase metade da Etiópia era coberta de florestas, fonte de água preciosa para a irrigação das lavouras. Hoje restam apenas 5% das florestas etíopes.
Como conseqüência, a enorme população do país tem sido vitimada pela fome, seca e enchentes.
A destruição das florestas tem também graves conseqüências em escala mundial. As florestas tropicais regulam os padrões climáticos globais. Em regiões tropicais, mais de 1 bilhão de pessoas dependem da água produzida pelas florestas para irrigar sua produção agrícola. No Hemisfério Norte, fenômenos como ciclos de chuvas desregulados e o aumento de dióxido de carbono na atmosfera são possíveis resultados do desmatamento registrado nos trópicos. Essa devastação poderia levar a um aquecimento generalizado da atmosfera, conhecido por "efeito estufa" que, por sua vez, poderia acelerar o derretimento das calotas polares e contribuir para a elevação do nível do mar.
Uma vez destruída, a floresta não pode ser recuperada. Mesmo removendo apenas as árvores maiores, o frágil ecossistema florestal não resistirá. Com ele, estão perdidas para sempre comunidades inteiras de plantas e animais, muitas das quais de valor incomensurável para nós. Há séculos, tribos das florestas têm usado as propriedades químicas de muitas espécies de plantas para obter drogas e medicamentos. A própria ciência moderna reconhece hoje o valor dessas ervas medicinais, algumas para o tratamento de doenças graves como câncer, leucemia, problemas musculares e cardíacos. São também usadas como ingredientes básicos para a fabricação de hormônios controladores da natalidade, estimulantes e tranqüilizantes.
Hoje, 40% das florestas do planeta já desapareceram. Aquelas que restam estão sendo destruídas a um ritmo tão acelerado que muitos países já perderam quase totalmente suas florestas.
Desmatamentos e queimadas
Desde a ocupação portuguesa, o Brasil enfrenta queima de vegetação original e desmatamentos com o intuito de aumentar as áreas de cultivo e pastagens, bem como facilitar a ocupação humana e, conseqüentemente, a especulação imobiliária. Estes procedimentos, ao longo dos anos, levaram à extinção de várias espécies vegetais e animais e à erosão mais acentuada do solo. As florestas tropicais das Américas Central e do Sul, da África e da Ásia são as mais atingidas pelo desmatamento, devido principalmente ao corte de madeira para exploração, comércio que movimenta bilhões de dólares a cada ano.
A teoria do desenvolvimento sustentado, que defende o desenvolvimento econômico em acordo com políticas governamentais que visam a preservação do meio ambiente, vem sendo cada vez mais usada e aproveitada, sendo defendida não apenas por ambientalistas como também por empresários, que entendem que a deterioração ambiental tem relação direta com a pobreza e a queda no nível e qualidade no nível e qualidade de vida da população. Neste sentido, o trabalho de conscientização feito por escolas e organizações não-governamentais é bastante importante, pois só a consciência humana será capaz de preservar o meio ambiente e, conseqüentemente, a própria humanidade.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

SAIBA MAIS SOBRE SAUDE MENTAL



O que é a Saúde Mental?
É sentirmo-nos bem connosco próprios e na relação com os outros. É sermos capazes de lidar de forma positiva com as adversidades. É termos confiança e não temermos o futuro.
Mente sã em corpo são!
A saúde mental e a saúde física são duas vertentes fundamentais e indissociáveis da saúde.

Problemas de saúde mental mais frequentes
  • Ansiedade
  • Mal-estar psicológico ou stress continuado
  • Depressão
  • Dependência de álcool e outras drogas
  • Perturbações psicóticas, como a esquizofrenia
  • Atraso mental
  • Demências
Estima-se que em cada 100 pessoas 30 sofram, ou venham a sofrer, num ou noutro momento da vida, de problemas de saúde mental e que cerca de 12 tenham uma doença mental grave.
A depressão é a doença mental mais frequente, sendo uma causa importante de incapacidade.
Em cada 100 pessoas, aproximadamente, 1 sofre de esquizofrenia.

Quem pode ser afectado
A o longo da vida, todos nós podemos ser afectados por problemas de saúde mental, de maior ou menor gravidade. Algumas fases, como a entrada na escola, a adolescência, a menopausa e o envelhecimento, ou acontecimentos e dificuldades, tais como a perda de familiar próximo, o divórcio, o desemprego, a reforma e a pobreza podem ser causa de perturbações da saúde mental.
Factores genéticos, infecciosos ou traumáticos podem também estar na origem de doenças mentais graves.

Falsos conceitos sobre a doença mental
A s pessoas afectadas por problemas de saúde mental são muitas vezes incompreendidas, estigmatizadas, excluídas ou marginalizadas, devido a falsos conceitos, que importa esclarecer e desmistificar, tais como:
  • As doenças mentais são fruto da imaginação;
  • As doenças mentais não têm cura;
  • As pessoas com problemas mentais são pouco inteligentes, preguiçosas, imprevisíveis ou perigosas.
Estes mitos, a par do estigma e da discriminação associados à doença mental, fazem com que muitas pessoas tenham vergonha e medo de procurar apoio ou tratamento, ou não queiram reconhecer os primeiros sinais ou sintomas de doença.
O tratamento deverá ser sempre procurado, uma vez que a recuperação é tanto mais eficaz quanto precoce for o tratamento.
Mesmo nas doenças mais graves é possível controlar e reduzir os sintomas e, através de medidas de reabilitação, desenvolver capacidades e melhorar a qualidade de vida.

Todos nós podemos ajudar
  • Não estigmatizando;
  • Apoiando;
  • Reabilitando;
  • Integrando

Integração das pessoas com doença mental
Os indivíduos afectados por problemas de saúde mental são cidadãos de pleno direito. Não deverão ser excluídos do resto da sociedade, mas antes apoiados no sentido da sua plena integração na família, na escola, nos locais de trabalho e na comunidade.
A escola deverá promover a integração das crianças com este tipo de perturbações no ensino regular.
Deverão ser criadas mais oportunidades no mundo do trabalho para as pessoas portadoras de doença mental.
O envolvimento das famílias nos cuidados e na reabilitação destas pessoas é reconhecido como factor chave no sucesso do tratamento.

Para manter uma boa saúde mental
  • Não se isole
  • Reforce os laços familiares e de amizade
  • Diversifique os seus interesses
  • Mantenha-se intelectual e fisicamente activo
  • Consulte o seu médico, perante sinais ou sintomas de perturbação emocional.

Não seja espectador passivo da vida!
Contribua para promover a sua saúde mental e a dos outros!
CUIDAR SIM EXCLUIR NÃO

domingo, 20 de janeiro de 2013

RECICLE GARRAFA PET

O PLANETA ESTA SOFRENDO COM O DESCASO DAS EMPRESAS QUE DEVERIAM CUIDAR MAIS DELE.

O PLANETA PEDE AJUDA

O ecossistema planetário já sofreu degradações por conta das ações humanas de um modo tão profundo, que se torna urgente a adoção de medidas que procurem preservar o meio ambiente. Em escala global, nos grandes acordos e tratados firmados entre países, ou nas ações de cada indivíduo, que atuando em suas residências ou em suas comunidades, conseguem promover ações efetivas em prol da saúde do meio ambiente. Em nossas ações cotidianas, muitas medidas podem ser tomadas de modo que possamos preservar o meio ambiente. Estas medidas passaram a ser conhecidas como os três “Rs”, sendo cada ”R” referente às seguintes ações: Reduzir o nosso consumo, Reutilizar e Reciclar. Como Podemos Preservar o Meio Ambiente? Ações Cotidianas Práticas A poluição, um dos maiores problemas ambientais da atualidade (juntamente com a utilização dos agrotóxicos, com as pesquisas relacionadas aos transgênicos, entre outros), está intimamente relacionada ao consumismo exacerbado típico de nossa sociedade capitalista. Deste modo, ao observarmos o nosso consumo, evitando embalagens desnecessárias, principalmente, contribuiremos para não produzir mais material destinado ao lixo. Aliado a esta ideia de Redução, temos a da Reutilização. Com isto, evitamos mais uma vez o descarte de materiais, reutilizando as embalagens, após higienizá-las e atentando para as que anteriormente não comportaram produtos tóxicos. Conscientes da importância e da economia que a reutilização gera, diversas empresas e fábricas já apostam na venda de refis, fazendo com que os consumidores adquiram produtos em uma embalagem menos elaborada e mais barata, possibilitando a reutilização das embalagens mais elaboradas e que contém mais material.

A REVOLUÇÃO DA DOENÇA MENTAL

O que é a doença mental? No passado o assunto da doença mental estava rodeado de mistério e medo. Atualmente, embora já tenha ocorrido uma grande evolução na capacidade de compreensão e, especialmente na possibilidade efetiva de tratamento, questões relacionadas com a doença mental muitas vezes ficam por responder, impedindo o caminho para a recuperação. A doença mental é comum? Qual o impacto que tem na sociedade? A doença mental é comum e as condições intermédias entre saúde e doença são muito comuns. Um quinto da população adulta e um quinto das crianças em idade escolar sofrem de uma doença mental diagnosticável. A doença mental severa e persistente é menos comum, mas ainda assim afeta 3% da população. A grande maioria das pessoas com doenças mentais continua a funcionar no seu dia-a-dia embora com diversos níveis de dificuldades. Os custos dos cuidados médicos são cada vez mais elevados devido aos recursos gastos com síndromes psiquiátricos não diagnosticados. Quais são as causas das doenças mentais? As causas exatas das doenças mentais não são conhecidas, mas uma grande quantidade de investigação na área trouxe-nos mais próximos das respostas. É possível dizer que existe certa predisposição genética que atual em conjunto com fatores do ambiente. A pobreza e o stress são bem conhecidos como prejudiciais para a saúde – isto é verdade para a saúde mental e física. De fato, a distinção entre saúde “mental” e “física” pode ser enganadora. Tal qual como a doença física, as desordens mentais podem ter uma natureza biológica e muitas doenças físicas podem igualmente possuir uma forte componente emocional. São os possuidores de doença mental violentos? Existe o preconceito que os doentes mentais são violentos contribuindo para o estigma da doença mental. A grande maioria dos doentes mentais não é violenta e a maioria dos atos violentos é conduzida por pessoas que não são doentes mentais. Aliás, os possuidores de doença mental têm maior probabilidade de serem vítimas de violência bem como de se magoarem a eles próprios ao invés de outros. O que fazem os Psicólogos? Qual a diferença entre Psiquiatra e Psicólogo? Os tratamentos mais recentes para a doença mental são muito efetivos – tão efetivo como o cancro, a artrite ou a tensão alta. Mas um bom tratamento para a doença mental (como o tratamento das úlceras ou de problemas cardíacos) envolve uma abordagem compreensiva. A medicação não é com freqüência a única solução para uma doença crônica, embora se tenham desenvolvido excelentes medicamentos nos últimos anos. É, pois o Psiquiatra que desenvolve um plano medicamentoso individualizado, mas, normalmente passa pelo Psicólogo uma abordagem mais centrada no doente e nas suas dificuldades do dia-a-dia. O psicólogo ajuda o doente mental a entender a doença e a entender o que ele pode fazer para resolver os problemas da sua vida que contribuem para essa doença (como por exemplo, problemas no trabalho, escola, família ou comunidade). O tratamento da doença mental envolve uma avaliação completa a nível mental e físico e um plano de tratamento individualizado que pode, ou não, incluir psicoterapia, medicação ou outras modalidades, envolvendo assim a cooperação e simbiose entre Psiquiatria, Psicologia ou outras especialidades (por exemplo, Nutricionista ou Dermatologista).

Segio Lima Artesanato

 
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